Padrasto de bebê morta com sinais de violência em Samambaia é preso

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Padrasto de Alice Fraga Delgado de Oliveira foi preso, suspeito de causar a morte da criança. (Foto: Instagram)

Dez dias após a morte de Alice Fraga Delgado de Oliveira, de 1 ano e 3 meses, em Samambaia, o padrasto da criança, João Carlos Pereira da Costa, 23 anos, foi preso nesta sexta-feira (6/11). Ele é suspeito de causar a morte da menina.

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A criança morreu em 25 de outubro, depois de chegar a uma Unidade de Pronto Atendimento (UPA) em parada cardiorrespiratória e com sinais de violência pelo corpo. A Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF), por meio da 32ª Delegacia de Polícia, conduz as investigações e efetuou a prisão do suspeito.

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Um familiar, que preferiu não se identificar, contou que os parentes conseguiram consultar a certidão de óbito da menina.

O documento registra como causa da morte hemorragia aguda, hemopneumotórax, politraumatismo e ação contundente.

JUSTIÇA

O familiar também relatou a comoção provocada pela morte da criança entre parentes, amigos e até pessoas que não a conheciam. Segundo ele, as despesas com o velório e o sepultamento foram pagas com doações.

“Foram pessoas que amam a nossa família, que se sensibilizaram e fizeram doações para que ela [bebê] tivesse aquele velório”, contou.

ENTENDA

  • Alice morreu em 25 de outubro, três dias depois de a Justiça negar um pedido do Conselho Tutelar de Samambaia para afastá-la da mãe, do padrasto e da babá.

  • A solicitação foi apresentada depois que profissionais de saúde encontraram lesões no corpo da criança.

  • O episódio ocorreu em 13 de outubro, quando a bebê foi levada ao Hospital Regional de Taguatinga (HRT) e, depois, ao Hospital Materno Infantil de Brasília (Hmib). Na quinta-feira (22/10), a Justiça negou o pedido de afastamento.

  • Durante o atendimento na UPA, profissionais identificaram hematomas que pareciam estar em diferentes estágios de evolução. O Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (Iges-DF) confirmou que a menina chegou à unidade em parada cardiorrespiratória e com sinais de violência.

Tags: Bebê, PCDF, Samambaia

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