
Sequenciamento integrado de DNA e RNA melhora identificação de mutações raras no câncer de pulmão (Foto: Instagram)
Uma pesquisa brasileira revelou que a combinação de sequenciamento de DNA e RNA pode aprimorar a identificação de pacientes com câncer de pulmão que possuem mutações genéticas raras, tornando-os possíveis candidatos para terapias específicas. Os achados foram apresentados na Asco 2026, o principal congresso mundial sobre câncer.
++ Sistema de IA mostra como pessoas estão criando conteúdo diário sem gravar vídeos
O estudo, liderado pelo oncologista Breno Jeha da Oncoclínicas&Co, analisou mais de 1,5 mil pacientes e destacou a importância de identificar fusões no gene NRG1, um biomarcador associado a tumores mais agressivos. Detectar essa condição permite ajustar o tratamento de maneira mais precisa.
++ Jovem mata o padrasto para defender a mãe e o inesperado acontece
Outras investigações do grupo indicam que pacientes submetidos a testes moleculares e tratados com terapias-alvo tiveram uma sobrevida mediana superior a 30 meses — mais que o dobro dos tratamentos convencionais.
Rodrigo Dienstmann, diretor da OC Medicina de Precisão, afirmou em comunicado: "Atualmente, tratar o câncer sem dados genômicos é ignorar o maior avanço da medicina personalizada dos últimos dez anos. Com essas ferramentas, conseguimos enriquecer o processo de decisão clínica."







Leave a Reply