
Túmulo violado no Cemitério Campo da Esperança (Foto: Instagram)
A família de Maria do Carmo, enterrada há pouco mais de um ano, relata que o túmulo da falecida foi violado e que o crânio dela teria sido roubado por criminosos. O incidente ocorreu no último domingo (12/7), no Cemitério Campo da Esperança, em Taguatinga. A Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF) está conduzindo as investigações.
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Os familiares descobriram o ocorrido após o zelador, que cuida do jazigo, perceber que o túmulo estava danificado.
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Ao chegar ao cemitério, a filha da falecida, Iraci do Carmo, encontrou toda a pedra de mármore do túmulo da mãe removida e o caixão violado.
“É muito triste saber que levaram uma parte de alguém querido e amado, que faleceu recentemente. Fica um sentimento de impotência por não saber o motivo disso”, lamentou.
No mesmo jazigo também está sepultado o pai de Iraci, Arlindo Ferreira dos Santos, enterrado há vários anos. Segundo ela, além da dor pela violação do túmulo, o caso gerou insegurança na família.
O Campo da Esperança Serviços informou ao Metrópoles que a segurança nos cemitérios do DF é feita 24 horas por dia por equipes armadas, mas, como entidade privada, não consegue impedir todos os atos criminosos.
Sobre este caso específico, disseram que não vão se pronunciar por respeito à família e para não prejudicar as investigações.
INVESTIGAÇÃO POLICIAL
Marcelo Medeiros, genro da filha da falecida, relatou que a família procurou a administração do Cemitério Campo da Esperança de Taguatinga em busca de respostas.
“Disseram que o cemitério é muito grande e não têm como dar suporte, e que fazem o possível para evitar isso, mas que não podem fazer muito”, relatou.
A família registrou um boletim de ocorrência na 17ª Delegacia de Polícia (Taguatinga), e uma perícia foi realizada no jazigo nesta segunda-feira (13/7).
“Foi então que constataram que o crânio havia sido furtado e não estava mais no local. Também encontraram algumas impressões digitais. Agora é esperar a investigação”, destacou Marcelo.
Os responsáveis podem ser acusados de violação de sepultura, subtração de cadáver e vilipêndio a cadáver.







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