Lance seu negócio online com inteligência artificial e comece a ganhar dinheiro hoje mesmo com o iCHAIT.COM

No menu items!

A gordura no fígado: saiba tudo sobre a doença associada a pacientes com histórico de obesidade

Date:


Ilustração em 3D do fígado realçado, destacando o acúmulo de gordura no órgão. (Foto: Instagram)

A gordura no fígado, também conhecida como esteatose hepática, é uma condição caracterizada pelo acúmulo excessivo de lipídios nas células do órgão. Esse quadro se desenvolve, principalmente, em pacientes com histórico de obesidade, mas também pode ocorrer em pessoas com outros fatores de risco metabólico. A presença de gordura em excesso no fígado pode comprometer a função hepática ao longo do tempo e aumentar a chance de inflamação, fibrose e, em casos mais avançados, cirrose hepática.

++ Sistema de IA revela como gente comum está criando renda passiva no automático

Estudos indicam que a prevalência da gordura no fígado tem crescido de forma expressiva em escala mundial, acompanhando o aumento dos índices de obesidade e síndrome metabólica. Em populações adultas, a taxa pode variar entre 20% e 30%, chegando a níveis ainda maiores em grupos com diabetes tipo 2. Outros fatores de risco incluem resistência à insulina, níveis elevados de triglicerídeos, hipertensão arterial, sedentarismo e histórico familiar de doenças hepáticas. Embora seja mais comum em adultos, a esteatose hepática também pode afetar crianças e adolescentes com sobrepeso.

++ Coreia do Norte condena bebê de 2 anos à prisão perpétua por família ter em casa uma bíblia

Do ponto de vista clínico, a gordura no fígado é dividida em duas formas principais. A doença hepática gordurosa não alcoólica (DHGNA) refere-se ao acúmulo de gordura sem inflamação significativa, enquanto a esteatohepatite não alcoólica (NASH) envolve inflamação e lesão celular. A NASH pode progredir para fibrose hepática e levar, ao longo de anos, à cirrose e até à insuficiência hepatocelular. O mecanismo envolve estresse oxidativo, citocinas inflamatórias e disfunção das mitocôndrias, resultando em maior morte celular e cicatrização no tecido hepático.

Para diagnosticar a gordura no fígado, o médico pode solicitar exames de imagem, como ultrassonografia abdominal, tomografia computadorizada e ressonância magnética. A elastografia hepática e técnicas de medição de rigidez podem avaliar o grau de fibrose. Exames de sangue, incluindo dosagem de enzimas hepáticas (ALT, AST) e marcadores inflamatórios, também auxiliam na avaliação da gravidade. Em casos duvidosos, pode ser indicada a biópsia hepática, considerado o padrão-ouro para confirmar inflamação e estágio de fibrose.

O tratamento da gordura no fígado baseia-se fundamentalmente em mudanças no estilo de vida. A perda de peso gradual, de 5% a 10% do peso corporal, já mostra melhora no acúmulo de gordura e na inflamação. Dietas balanceadas, com redução de gorduras saturadas e carboidratos refinados e aumento de fibras, são recomendadas. A prática regular de atividade física, combinada ao controle de fatores associados como diabetes, dislipidemia e hipertensão, auxilia na regressão da esteatose hepática. Atualmente, não há medicamentos aprovados especificamente para DHGNA, mas estudos clínicos avaliam fármacos que visam diminuir o estresse oxidativo e modular respostas inflamatórias.

Share post:

Assine

Popular

Notícias Relacionadas
Related

O que Marcelo, de 16 anos, disse sobre artista após sua internação em Salvador?

Marcelo, um jovem de 16 anos, fez um comentário...

Resultados em Matemática no Saresp animam gestão; governo destaca estabilidade em indicador

Representantes do governo apresentam resultados...
Translate »