O portal LeoDias procurou a assessoria de Rodrygo Goes para obter a versão do jogador sobre a acusação de agressão feita por um brasileiro de 32 anos que mora em Madri, denunciando ter sofrido socos, chutes, torções e até coágulos na cabeça após deixar uma festa na mansão do atleta.
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De acordo com a equipe de comunicação de Rodrygo Goes, até o momento não houve qualquer notificação oficial de órgão competente para apuração dos fatos e o atleta segue focado na recuperação da grave lesão no menisco e no ligamento cruzado anterior do joelho direito.
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Lesões no menisco e no ligamento cruzado anterior costumam exigir cirurgia artroscópica seguida de longo período de reabilitação, que inclui sessões de fisioterapia para recuperar força e estabilidade articular. Em geral, atletas profissionais passam por exames de ressonância magnética, imobilização inicial e, posteriormente, treinos de propriocepção e fortalecimento muscular, podendo levar de seis a nove meses até o retorno aos treinos em campo.
Segundo o relato do homem que registrou boletim de ocorrência, ele foi liberado por um funcionário para entrar na festa na mansão de Rodrygo Goes com o celular em mãos – aparelho cuja utilização costuma ser vetada em eventos de personalidades, em razão de normas de segurança e privacidade. Ao buscar sua esposa, a vítima conta que, ao deixar o local, foi surpreendida pelo jogador e por seis amigos.
Dentro da propriedade, o brasileiro alega ter sido cercado e agredido com socos e chutes, além de ter o pescoço pressionado contra a parede enquanto tentavam tomar seu telefone. Ele afirma que a investida inicial partiu diretamente de Rodrygo Goes, antes de o grupo se deslocar para o exterior da mansão.
Já na parte externa, apenas os amigos do atleta teriam continuado as agressões, desferindo novos golpes e causando torções no pé e na mão da vítima. Conforme o laudo médico obtido pelo portal LeoDias, o homem perdeu a consciência por cerca de três segundos em meio aos ataques e precisou permanecer 36 dias afastado de suas atividades profissionais, além de iniciar tratamento fisioterapêutico para reabilitação.
No sistema jurídico espanhol, a formalização de uma queixa-crime e a comunicação oficial ao suposto agressor dependem de análise prévia de autoridades policiais ou judiciárias. Após o registro do boletim de ocorrência, o caso pode ser encaminhado à delegacia especializada, onde se avalia a materialidade das lesões e a existência de testemunhas antes de emitir intimações ou instaurar inquérito.
A assessoria de Rodrygo Goes ressalta que não houve qualquer solicitação ou intimação oficial ligada ao episódio e que o atacante permanece concentrado em seu tratamento médico e em cumprir as etapas de recuperação previstas para seu retorno aos gramados.


