CBF entrega documentos à PF sobre suposta manipulação envolvendo Lucho Acosta

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Lucho Acosta em ação pelo Fluminense durante o empate com o Red Bull Bragantino. (Foto: Instagram)

A Confederação Brasileira de Futebol (CBF) enviou às autoridades competentes os documentos necessários para a investigação sobre a suspeita de manipulação no cartão amarelo recebido por Lucho Acosta, jogador do Fluminense. A nota oficial da CBF pode ser conferida no final deste artigo.

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O caso está sob investigação após um volume elevado de apostas no cartão amarelo do meia argentino. Os documentos foram encaminhados para a Polícia Federal, Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro, Superior Tribunal de Justiça Desportiva do Futebol, Procuradoria-Geral e Comissão de Ética do Futebol Brasileiro. Este procedimento é padrão após alertas de manipulação.

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O incidente ocorreu no empate de 1 a 1 entre Fluminense e Red Bull Bragantino, durante a 19ª rodada do Brasileirão, em 17 de julho. Lucho Acosta recebeu o cartão amarelo aos 47 minutos do segundo tempo em um confronto contra o Massa Bruta.

O jogador foi punido após uma confusão generalizada que envolveu atletas de ambas as equipes. A confusão começou com uma falta de Canobbio em Lucas Barbosa, seguida por um empurrão do atacante do Bragantino no jogador do Fluminense.

Na ocasião, Acosta, que estava distante, correu em direção a Barbosa e o empurrou. Gustavo Marques e Alix Vinicius empurraram o jogador argentino. A confusão resultou nas expulsões de John Kennedy, do Fluminense, e Fabinho, do Bragantino. Além disso, Juan Freytes, do Tricolor Carioca, e Henry Mosquera, do Massa Bruta, receberam cartões amarelos.

Uma empresa identificou um volume anormal de apostas no cartão amarelo do meia e informou a uma empresa contratada pela Fifa, que monitora partidas de futebol.

VEJA A NOTA DA CBF SOBRE O CASO:
“A CBF recebeu, através da FIFA, alerta da Sportradar apontando suspeita de manipulação de competição relativo ao recebimento de cartão amarelo pelo atleta Luciano Acosta, do Fluminense, na partida disputada em 17 de julho de 2026 contra o Red Bull Bragantino, no âmbito do Campeonato Brasileiro, Série A.

Conforme protocolo interno, em menos de 72 horas após seu recebimento, o alerta foi compartilhado com autoridades públicas (Polícia Federal e Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro) e com organismos disciplinares desportivos (Superior Tribunal de Justiça Desportiva do Futebol, Procuradoria Geral junto ao STJD e Comissão de Ética do Futebol Brasileiro).

A CBF, como de praxe, agirá com a cautela necessária e informa que solicitou à FIFA relatório circunstanciado com mais informações sobre o caso.”