A influenciadora Virginia Fonseca passou por um procedimento intenso para tratar acne e melhorar a textura da pele. Ela compartilhou o resultado nas redes sociais, surpreendendo ao aparecer com o rosto muito vermelho. Especialistas explicaram os cuidados e riscos desse tipo de tratamento agressivo.
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Virginia revelou que se submeteu a sessões com tecnologias a laser, conhecidas por promover renovação profunda da pele. O resultado desses procedimentos é geralmente imediato, apresentando vermelhidão e ardência.
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Nas redes, a ex-mulher de Zé Felipe explicou que o tratamento agressivo foi necessário após o surgimento de acne intensa, desencadeada pelo uso de hormônios durante a gravidez, que deixou marcas na pele.
Especialistas consultados pela coluna destacaram os cuidados ao se submeter a procedimentos intensos e agressivos, como o realizado por Virginia Fonseca.
A farmacêutica estética Kamilla Coelho ressaltou a importância de entender que tecnologias como lasers e tratamentos ablativos têm indicações específicas e requerem avaliação individualizada.
“Procedimentos mais intensos podem trazer resultados significativos, principalmente em cicatrizes de acne, mas precisam ser conduzidos com critério técnico, respeitando o tipo de pele, histórico do paciente e momento de vida, como gestação ou alterações hormonais”, afirmou.
A especialista também destacou que o desconforto relatado após o procedimento é esperado em técnicas mais profundas, mas deve ser sempre acompanhado de orientação profissional.
“Vermelhidão, ardência e descamação fazem parte do processo de regeneração da pele em alguns tratamentos. O problema não está no procedimento em si, mas na indicação inadequada ou na expectativa irreal de resultados imediatos”, reforçou.
Kamilla ainda chamou a atenção para a evolução da estética, que hoje oferece alternativas menos agressivas e igualmente eficazes, dependendo do caso. “Atualmente, contamos com abordagens que estimulam a regeneração da pele de forma mais gradual e segura, como bioestimuladores, microagulhamento e o uso de regeneradores celulares. Nem sempre é necessário recorrer a procedimentos tão invasivos para alcançar bons resultados”, concluiu.


