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CLDF aprova PL que retira imóveis da lei de socorro ao BRB

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Fachada do Banco de Brasília (BRB) (Foto: Instagram)

Nesta quarta-feira (29/4), os deputados distritais aprovaram, em dois turnos, um Projeto de Lei (PL) que retira dois imóveis públicos da legislação que previa medidas para a capitalização do Banco de Brasília (BRB).

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O projeto, de iniciativa do Poder Executivo, propõe a exclusão da Gleba A da Serrinha do Paranoá e de um imóvel no SIA, pertencente à Secretaria de Saúde, da lista de bens usados como aporte para recompor o capital do banco.

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De acordo com um documento da assessoria legislativa da Secretaria de Economia, a mudança é necessária para corrigir um erro na indicação dos imóveis, que não poderiam cumprir o objetivo de recomposição e ampliação do patrimônio líquido e do capital social do BRB.

Ao assumir o GDF, Celina indicou que removeria a área da Serrinha do Paranoá da legislação. "A questão ambiental é importante. Isso poderia comprometer outros ativos para capitalização do BRB e gerar questionamentos judiciais. A área precisa ser preservada, pois possui muitas nascentes", afirmou ao Metrópoles na época.

A proposta para capitalizar o Banco de Brasília (BRB) foi aprovada em 3 de março, com 14 votos favoráveis e 10 contrários. Na ocasião, a sessão durou quase cinco horas.

O texto aprovado incluía nove imóveis públicos para cobrir os prejuízos causados ao BRB por negócios com o Banco Master. Os terrenos pertencem à Terracap, CEB e Caesb, todas vinculadas ao GDF.

Deputados da oposição ao GDF tentaram emendar o projeto para excluir todos os imóveis públicos listados, mas a maioria governista rejeitou o pedido.

CRISE FINANCEIRA
A sociedade de economia mista enfrenta a maior crise financeira de sua história após perdas em negócios com o Banco Master. Uma auditoria interna revelou que R$ 13,3 bilhões das carteiras adquiridas estavam "total ou majoritariamente sem lastro".

O banco precisa aumentar seu capital e busca um empréstimo de R$ 6,6 bilhões, utilizando bens do GDF como garantia, além de reforçar sua liquidez por meio da venda de ativos.

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