Dupla é detida por agredir testemunhas de homicídio em Ceilândia

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Suspeitas são presas por agressão a testemunha de homicídio em Ceilândia (Foto: Instagram)

Lauana de Souza Silva e Yasmin Caroline Silva Melo foram presas na quinta-feira (30/4) por agredir e coagir testemunhas de um homicídio ocorrido em uma distribuidora de bebidas na QNO 2, em Ceilândia (DF). As duas são identificadas como parceiras de Daniel Sousa da Silva, 30 anos, e Luan Araujo da Silva, 29, suspeitos do crime.

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A Seção de Investigação de Crimes Violentos (SICVIO) da 19ª Delegacia de Polícia (P Norte) foi acionada depois que testemunhas denunciaram as agressões. Imagens de câmeras de segurança confirmaram o ocorrido e ajudaram na localização e prisão das duas mulheres.

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As gravações mostram as mulheres saindo de um carro vermelho e indo em direção a uma mulher, que é agredida e derrubada no chão. Ela seria uma das testemunhas do homicídio.

Após a captura, as suspeitas foram levadas à delegacia para as medidas legais necessárias.

HOMICÍDIO EM DISTRIBUIDORA
Na quinta-feira (30/4), policiais da 19ª DP prenderam dois suspeitos pelo homicídio de Pedro Henrique Barretos de Lima, conhecido como “Batata”. O crime ocorreu na noite de terça-feira (28/4), em frente a uma distribuidora de bebidas na QNO 2 de Ceilândia (DF).

Os suspeitos do homicídio, Daniel Sousa da Silva, 30 anos, e Luan Araujo da Silva, 29, foram identificados e localizados graças ao trabalho contínuo de investigação e cruzamento de dados. Após a prisão, os suspeitos foram encaminhados à autoridade policial para as providências legais cabíveis.

Imagens de câmeras de segurança capturaram o momento em que Pedro Henrique foi morto.

As imagens mostram um dos criminosos parando o carro em frente ao estabelecimento. Vestindo um casaco marrom, ele desce do veículo e inicia uma discussão com a vítima.

Em seguida, o autor e a vítima se deslocam para o canto da mesa, momento em que o criminoso saca a arma e atira na cabeça de “Batata”, que, segundo a Polícia Civil, tinha antecedentes criminais por ameaça, violência doméstica e tráfico de drogas.

O delegado Fernando Fernandes, da 19ª Delegacia de Polícia (P Norte), informou que o caso está sendo investigado como um possível acerto de contas, dado o histórico criminal de “Batata” e denúncias recebidas.

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