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Homem agride ex-companheira na Feira do Guará e foge; veja o vídeo

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Ex-parceiro foge após atacar mulher com faca e objetos na Feira do Guará (Foto: Instagram)

Uma mulher de 39 anos foi brutalmente agredida por seu ex-parceiro na tarde do último domingo (3/5) na Feira do Guará. O agressor, Augusto Cardoso Feitosa, foi flagrado fugindo do local após o ataque.

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A vítima, Mirla Alves de Araújo, também de 39 anos, contou ao Metrópoles que teve um relacionamento de 11 anos com o suspeito, marcado por violência e ciúmes. Ela já havia obtido uma medida protetiva contra ele há cerca de três meses, após ele invadir sua casa.

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Apesar da medida, ambos continuaram trabalhando na mesma feira, com ele atuando em uma banca próxima à dela há cerca de dois meses. Mirla afirma que a situação piorou quando Augusto começou a fazer postagens ofensivas nas redes sociais contra ela e sua família no sábado (2/5).

No dia seguinte, ao tentar conversar com os responsáveis pela banca onde Augusto trabalhava, Mirla foi ignorada. Logo depois, ela foi surpreendida pelo ex-companheiro, que a atacou.

“Quando eu fui almoçar, ele veio até minha banca para me intimidar, cobrando satisfações e me xingando. Ele pegou uma faca, uma cadeira, me deu joelhadas e puxou meu cabelo”, relatou Mirla.
A vítima descreveu que o agressor usou diversos objetos durante o ataque, incluindo um extintor e pedaços de madeira, resultando em múltiplos ferimentos e a necessidade de atendimento médico.

“Recebi várias pancadas e joelhadas na cabeça, o que me causou traumatismo. Ele tentou me matar. Só não morri porque havia muitas pessoas por perto”, afirmou.
Após o ataque, Augusto fugiu de carro. Mirla foi levada ao Instituto Médico Legal (IML) para exames e precisou de sete pontos em um ferimento no pé. O caso foi registrado na 4ª Delegacia de Polícia do DF.

Mirla afirma que Augusto tem um histórico de violência, já tendo sido preso por quebrar uma banca onde ela trabalhava e por outra agressão contra ela.

“Era um relacionamento conturbado, cheio de ciúmes e ameaças à minha família. Eu sempre voltava por medo. Ele não me deixava viver”, desabafou.
O caso foi registrado como lesão corporal sob a Lei Maria da Penha. Até a última atualização, Augusto não havia sido encontrado.

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