Gil do Vigor critica loja após mãe ser destratada por funcionária

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Gil do Vigor denuncia discriminação contra a mãe em loja de vinhos (Foto: Instagram)

Gil do Vigor utilizou suas redes sociais para defender sua mãe, Jacira Santana, após ela contar que foi maltratada por uma funcionária ao perguntar o preço de um vinho em uma loja. O ex-BBB, visivelmente indignado, condenou a atitude da atendente e ressaltou que ninguém deve ser julgado pela aparência.

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De acordo com Gil, o incidente ocorreu enquanto Dona Jacira fazia compras para receber amigos em sua casa.

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“Gente, eu não vou fazer escândalo porque mainha pediu para eu não fazer. Mas vejam só, mainha foi comprar um vinhozinho, meus amigos estão vindo aqui em casa, e ela estava no mercado, viu um vinho e perguntou: ‘Moça, aquele vinho ali, quanto custa?’. Aí a mulher respondeu: ‘Não é aqui não, moça, é lá atrás’. Mainha insistiu: ‘Não, moça, aquele dali não é o vinho?’. E a mulher disse: ‘É porque aqui são os valores mais altos’”, relatou ele.

Revoltado, Gil do Vigor questionou a postura da funcionária. “Ela tem o quê? Uma bola de cristal, é? Que diz quanto mainha pode pagar ou não? E isso é da conta dela? Dizer se mainha tem ou não tem dinheiro? Ela tem que falar o preço, rapaz! O trabalho dela é esse, olhar o preço e informar”, declarou.

Dona Jacira também comentou o episódio, revelando que não foi a primeira vez que passou por algo semelhante.

“Ela nem quis me falar… eu disse: ‘mas eu quero ver’, e ela virou as costas e saiu. Um rapaz veio e me atendeu, muito educado. Já estou acostumada com essas coisas, não é a primeira vez não, né? Roupa… essa roupa já passou por tanta coisa”, desabafou.

Na sequência, Gil do Vigor voltou a defender a mãe e criticou o preconceito baseado na aparência.

“Só porque mainha foi assim tranquila? Mainha agora é obrigada a usar o quê? Dolce & Gabbana para poder ir comprar e ser atendida, é? Mas é cada uma… Eu não vou lá não porque mainha falou: ‘não vai dar bafo não’.”

Apesar do pedido da mãe para evitar confusão, o economista afirmou que pretende conversar com a funcionária.

“Mas eu vou lá sim, viu? Porque essa pessoa constrangeu minha mãe, também vai ter que ser constrangida. Falar: ‘Moça, aprende o seguinte, que eu já trabalhei com público a minha vida inteira. A pessoa pode estar pelada, se ela perguntar: ‘Quanto é que está ali?’, com licença, senhora, tem que atender bem.’ Todos merecem ser atendidos bem, independente. A pessoa pode nem ter dinheiro para comprar, mas tem que ser bem atendido. Porque todos merecem isso. E quem trabalha direito tem que saber, entendeu? Mas é o que me faltava mesmo, viu? Eu, hein!”, finalizou ele.