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Funcionários do BRB afastados por suspeita de lavagem de dinheiro

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Policiais Civis do DF durante cumprimento de mandado na Operação Insider (Foto: Instagram)

A Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF) lançou na quinta-feira (7/5) a Operação Insider, visando desmantelar um suposto esquema de lavagem de dinheiro e corrupção no Banco de Brasília (BRB). A investigação revelou que os funcionários envolvidos foram afastados e estão respondendo a um Processo Administrativo Disciplinar (PAD).

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Conforme as apurações, os dois funcionários teriam utilizado uma agência do BRB em Ceilândia para lavar dinheiro proveniente de uma fraude milionária de boletos bancários em São Paulo. Um escriturário estaria à frente da operação de lavagem, enquanto um gerente, ciente do esquema, teria ignorado deliberadamente a situação.

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Existem indícios de que a dupla teria distribuído parte do dinheiro lavado em pelo menos 12 contas bancárias no DF, tanto de pessoas físicas quanto jurídicas. De acordo com a Delegacia de Repressão à Corrupção (DRCOR), as contas que recebiam os depósitos pertenciam à agência do banco na região de Ceilândia (DF).

Um dos depósitos chegou a ultrapassar R$ 1 milhão. Além disso, um dos investigados, que possuía uma sala comercial em Águas Claras (DF), levantou suspeitas devido ao seu alto padrão de vida.

“Conseguimos traçar um esquema de lavagem de dinheiro e corrupção”, declarou o diretor do Departamento de Combate à Corrupção e ao Crime Organizado (Decor), delegado Leonardo Cardoso. O delegado-chefe da DRCOR, Diogo Cavalcante, que lidera a operação Insider, descreveu a fraude como “um esquema criminoso sofisticado, com indícios de conivência de uma agência bancária”.

Consequentemente, o imóvel do escriturário foi bloqueado, assim como oito carros de luxo. Os investigadores também solicitaram o bloqueio de contas bancárias, mas aguardam a autorização judicial.

Além disso, um dos alvos teria recebido uma comissão pela venda de três carteiras de ativos avaliadas em mais de R$ 60 milhões, valores considerados incompatíveis com os rendimentos declarados formalmente, segundo a DRCOR.

As investigações indicam que os valores da lavagem foram distribuídos entre empresários, dois funcionários do BRB e um servidor público federal. A maioria dos envolvidos eram conhecidos entre si, com alguns sendo vizinhos de condomínio. Conforme a DRCOR, alguns dos alvos residiam em Águas Claras.

SOBRE A OPERAÇÃO

  • A operação, chamada de Insider, investiga um esquema de corrupção e lavagem de dinheiro;
  • Parte dos valores investigados teria origem em uma fraude eletrônica milionária contra empresas privadas, já identificada, com recursos bloqueados no BRB;
  • Foram cumpridos 17 mandados de busca e apreensão no DF, Rio de Janeiro e São Paulo;
  • A operação também determinou o bloqueio financeiro proporcional às movimentações suspeitas nas contas dos investigados, além do bloqueio da transferência de oito veículos de luxo e de um imóvel no DF;
  • Se condenados, os suspeitos poderão responder por corrupção, organização criminosa e lavagem de dinheiro, com penas que podem chegar a 30 anos de prisão;
  • Não há ligação com o caso Master, segundo o delegado Leonardo Cardoso.

A investigação começou após denúncia do próprio BRB, com base em uma auditoria interna.

A partir da denúncia, foram identificadas movimentações financeiras de cerca de 15 milhões, envolvendo transferências suspeitas entre pessoas físicas e jurídicas, uso intensivo de numerário em espécie e indícios de ocultação patrimonial através da aquisição de veículos de alto valor e circulação fracionada de recursos.

Em nota, o BRB confirmou que a operação começou após o banco informar as autoridades competentes sobre irregularidades em movimentações financeiras e indícios de descumprimento de normas de compliance.

“A investigação do BRB começou em maio de 2025, evidenciando a atuação proativa e diligente do Banco na identificação e tratamento de indícios de irregularidades. O Banco continua colaborando com as autoridades e adotando todas as providências necessárias para assegurar a conformidade de suas operações e a responsabilização dos envolvidos”, afirma o comunicado.

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