
Dólar recua após encontro Lula-Trump e payroll robusto (Foto: Instagram)
O dólar apresentou queda nesta sexta-feira (8/5), um dia após o encontro entre os presidentes do Brasil, Luiz Inácio Lula da Silva, e dos Estados Unidos, Donald Trump, na Casa Branca.
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O destaque do mercado nesta semana foi a divulgação do "payroll", um relatório econômico mensal dos EUA que indica a evolução do emprego no país, excluindo o setor agrícola.
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A força do mercado de trabalho nos EUA é um dos fatores analisados pelo Federal Reserve para ajustar a taxa de juros e controlar a inflação. No cenário internacional, investidores também acompanham a cotação do petróleo e as negociações entre EUA e Irã.
DÓLAR
- Às 9h48, o dólar recuava 0,54%, sendo negociado a R$ 4,897.
- Na véspera, a moeda americana fechou em leve alta de 0,05%, a R$ 4,92.
- No mês, o dólar acumula perdas de 0,58% e, no ano, de 10,3%.
IBOVESPA
- As negociações do Ibovespa, principal índice da B3, começam às 10h.
- No dia anterior, o índice caiu 2,38%, fechando aos 183,2 mil pontos.
- Em maio, a Bolsa acumula baixa de 2,19%, mas alta de 13,71% em 2026.
APÓS REUNIÃO COM TRUMP, LULA VOLTA AO BRASIL COM RELAÇÃO DISTENSIONADA
O encontro entre Lula e Trump na Casa Branca, na quinta-feira (7/5), foi bem avaliado pelo governo brasileiro e visou melhorar a relação bilateral e discutir temas estratégicos.
Lula retornou ao Brasil consolidando a reaproximação com Washington. A reunião, que durou cerca de três horas, abordou cooperação no combate ao crime organizado, tarifas comerciais e questões geopolíticas como a situação no Irã e em Cuba.
Uma das prioridades era evitar novas sanções comerciais. Lula afirmou que não há temas proibidos entre os países, exceto a democracia e soberania brasileiras. Houve progresso nas discussões sobre tarifas, com um prazo de 30 dias para negociar uma solução.
TRUMP DIZ QUE NEGOCIAÇÕES COM IRÃ SEGUEM, MAS AMEAÇA NOVOS ATAQUES
Donald Trump declarou que não houve violação do cessar-fogo com o Irã, apesar dos ataques no Estreito de Ormuz. Ele afirmou que as negociações continuam, mas ameaçou novos ataques se não houver acordo.
Trump minimizou os ataques, chamando-os de "tapinha" e afirmou que o cessar-fogo continua. O Irã acusou os EUA de violar o acordo com ataques a embarcações e áreas próximas ao estreito.
ATAQUES COLOCAM CESSAR-FOGO EM XEQUE
Tensões entre EUA e Irã aumentaram após relatos de novos ataques no Estreito de Ormuz, uma rota estratégica para o transporte de petróleo.
Segundo a Fox News, militares dos EUA atacaram instalações iranianas em Qeshm e Bandar Abbas. A agência iraniana Fars relatou explosões e a ativação de sistemas de defesa em Teerã.
Um oficial iraniano afirmou que forças locais reagiram aos ataques. Os eventos ocorrem durante um cessar-fogo envolvendo EUA, Israel e Irã, prorrogado por Trump.
O Estreito de Ormuz é crucial para a economia global, concentrando grande parte do comércio de petróleo e gás natural liquefeito.


