
Pré-candidato ao governo de Minas Gerais em evento recente. (Foto: Instagram)
Lideranças do PT envolvidas nas articulações eleitorais avaliam que o cenário político em Minas Gerais pode mudar, resultando em uma possível aliança entre o senador Rodrigo Pacheco (PSB-MG) e o ex-prefeito Alexandre Kalil.
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Petistas confidenciam que Alexandre Kalil, atualmente pré-candidato ao governo pelo PDT, poderia desistir da candidatura ao Palácio da Liberdade para disputar uma vaga no Senado.
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Para essas lideranças, Kalil almeja um mandato e considera o Senado uma opção viável. No final de abril, a Justiça de Minas Gerais condenou o ex-prefeito por nepotismo ao empregar o irmão de sua ex-namorada na prefeitura de Belo Horizonte.
Líderes petistas acreditam que Kalil poderia integrar a chapa de Pacheco, com o senador concorrendo ao governo, Kalil ao Senado e a ex-prefeita Marília Campos (PT) na segunda vaga de senadora. "Seria uma chapa forte", comentou um líder do PT.
Pacheco é visto como a principal aposta do PT para apoiar o presidente Lula em Minas nas eleições de 2026. No entanto, o senador ainda não decidiu se será candidato. Nos próximos dias, a cúpula nacional do PT se reunirá com petistas mineiros para discutir o cenário.
A coluna revelou que alguns líderes do PT desconfiam de Pacheco devido à sua possível influência na rejeição da indicação de Jorge Messias, ministro da AGU, para o STF no Senado.
Mesmo com o senador negando, uma ala do governo atribui a derrota de Messias a Pacheco, levantando dúvidas sobre sua confiabilidade. No entanto, petistas reconhecem que Lula pode relevar essa questão e apoiar Pacheco.


