
Bolsonaro e Frias: polêmica do Dark Horse em foco (Foto: Instagram)
O Dark Horse é comparado a um Dark Donkey, um asno com o DNA dos Bolsonaro. Flávio Bolsonaro acreditou que poderia ser candidato à presidência, mesmo com seu envolvimento em um dos maiores escândalos financeiros do Brasil.
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Flávio não esperava que seu áudio para Daniel Vorcaro, sua visita ao mesmo em São Paulo, e as mensagens com Mario Frias viessem à tona. Agora, ele declara que “não tem nada a esconder”, uma frase que, em sua boca, revela um grande problema.
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A imprensa está acompanhando o rastro do dinheiro. André Porciúncula, policial militar, é supostamente dono de uma casa no Texas, adquirida via um trust sob gestão do advogado de imigração de Eduardo Bolsonaro. Este advogado também administra o fundo Havengate, que recebeu parte dos R$ 61 milhões investidos por Vorcaro na produção de Dark Horse.
A casa está localizada em Arlington, próxima a Dallas, onde Eduardo Bolsonaro reside em local não revelado, levantando suspeitas de que Porciúncula, sem patrimônio declarado, seja apenas um laranja para Eduardo.
Mario Frias, atualmente deputado federal, está sob investigação do STF por repassar R$ 2 milhões de emendas parlamentares a uma ONG associada à produção de Dark Horse.
As sofisticadas triangulações reveladas até agora, e outras ainda por vir, lembram as rachadinhas que os Bolsonaro acreditavam que não seriam descobertas pela imprensa e adversários políticos.
Jair Bolsonaro, o patriarca, poderia demonstrar espírito público e retirar seu apoio. Embora ele possa não ver isso como um benefício pessoal, seria um grande serviço para metade do país que não deseja a reeleição de Lula.



