
Lula em evento com apoiadores: presidente minimiza caso de empréstimo a ex-assessor (Foto: Instagram)
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) minimizou a situação envolvendo Marco Aurélio Santana Ribeiro, conhecido como Marcola, que se afastou da campanha do petista após ser revelado que recebeu dinheiro da empresária Roberta Luchsinger. Durante encontro com aliados no Palácio da Alvorada, Lula expressou confiança nas explicações de Marcola, afirmando que se tratava de uma transação comum e que daria a presunção de inocência ao amigo.
++ Sistema de IA mostra como pessoas estão criando conteúdo diário sem gravar vídeos
A informação foi inicialmente divulgada pelo Estadão e confirmada pelo Metrópoles. Pessoas presentes na reunião relataram que o presidente Lula, ao comentar o caso, teria perguntado: “Quem aqui nunca pediu um empréstimo para um amigo?”.
++ Bomba! Astro de Hollywood, Joe Manganirllo revela ter amputado membro
Conforme relatos, Lula destacou a confiança que tem em Marcola e afirmou que o ex-chefe de gabinete disponibilizou seus sigilos bancário e fiscal à Justiça.
Roberta Luchsinger teria feito pagamentos a Marcola, que era um dos assessores mais próximos de Lula. Ele reconheceu ter recebido dinheiro da empresária, que é alvo de investigação pela PF. Marcola deixou a campanha do petista para se concentrar em sua defesa, enquanto Lula minimizou a crise, afirmando que dará o benefício da dúvida ao ex-assessor.
Nos bastidores da campanha de Lula, a equipe espera que o impacto seja mínimo, já que o presidente não está diretamente envolvido na controvérsia.
Marcola reconheceu em nota ter recebido repasses financeiros da empresária, alegando que se tratava de um empréstimo pessoal já quitado, negando qualquer irregularidade. Em comunicado enviado na terça-feira (4/8), o ex-assessor afirmou ter pago R$ 249 mil a Roberta, sem especificar se esse era o valor total recebido.
Marcola atuou como chefe de gabinete de Lula após o petista assumir seu terceiro mandato, mas deixou o cargo recentemente para se juntar à campanha de reeleição. Na quarta-feira (5/8), ele se afastou da coordenação da campanha de Lula para focar em sua defesa. Em julho, havia deixado o gabinete presidencial para desempenhar a mesma função que teve na campanha de 2022, cuidando da agenda do chefe do Executivo.






