
O ex-presidente dos EUA, Donald Trump, aponta durante evento enquanto mobiliza apoio à segurança da Colômbia. (Foto: Instagram)
Os Estados Unidos comprometeram-se a fornecer um auxílio de US$ 1 bilhão (R$ 5 bilhões) ao governo do novo presidente da Colômbia para enfrentar os desafios de segurança do país. O anúncio foi realizado pelo Departamento de Estado nesta sexta-feira (7/8), no mesmo dia em que Abelardo De La Espriella assumiu o cargo.
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“O alicerce dessa parceria renovada é a intenção dos Estados Unidos, em conjunto com o Congresso, de anunciar um auxílio de US$ 1 bilhão como parte de um pacote de segurança para apoiar o governo do presidente De La Espriella na conquista de nossos objetivos comuns”, afirmou o Departamento de Estado.
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Durante seu discurso de posse, De La Espriella prometeu um combate rigoroso contra o tráfico de drogas. Ele anunciou a retomada da pulverização aérea de plantações de coca com herbicidas, planta utilizada na produção de cocaína e outras drogas.
“Vou implementar a fumigação com herbicidas de última geração que não prejudicam a saúde humana, não contrariam o mandato do Ilustre Tribunal Constitucional e não afetam o meio ambiente de forma alguma”, declarou ele.
Espriella venceu em um cenário apertado, com 49,66% dos votos, superando o candidato de esquerda e aliado de Petro, Iván Cepeda, que obteve 48,70%. A diferença entre eles foi de cerca de 250 mil votos. Durante a campanha, ele contou com o apoio do presidente dos EUA, Donald Trump, que o descreveu como “líder inteligente, forte e determinado”.
“Os resultados desta eleição são muito importantes para o futuro da Colômbia e para sua relação com os Estados Unidos”, disse Trump em uma publicação na Truth Social antes das eleições.
No início do ano, os EUA iniciaram uma investigação contra o então presidente da Colômbia, Gustavo Petro, em relação a inquéritos sobre tráfico de drogas e narcoterrorismo. A relação entre os dois se complicou, com Trump chamando Petro de narcotraficante. No entanto, no final do mandato de Petro, os dois presidentes retomaram o diálogo.






