
Procuradoria Eleitoral questiona nome de urna ‘Bolsonaro’ de Fabiana (Foto: Instagram)
A Procuradoria Regional Eleitoral entrou com uma ação para impugnar o registro de candidatura à reeleição da deputada estadual por São Paulo, Fabiana de Lima Barroso, conhecida como Fabiana Bolsonaro. O órgão alega que o uso do sobrenome "Bolsonaro" pode induzir a um suposto parentesco com Jair Bolsonaro (PL), o que não é verdade.
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O procurador Paulo Taubemblatt argumentou que o nome de urna pode causar dúvidas sobre a identidade da candidata, algo proibido por lei. Além disso, o uso do nome "Bolsonaro" por alguém sem laços familiares com o ex-presidente poderia desviar votos e desequilibrar a disputa.
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A ação menciona casos anteriores em que a Justiça Eleitoral impediu candidaturas por nomes de urna que poderiam confundir os eleitores. Em 2022, Fabiana tentou usar o nome "Fabiana Bolsonaro", mas acabou concorrendo como "Fabiana B." após intervenção judicial.
O partido PL tem sete dias para responder à impugnação. A assessoria da deputada foi contatada, mas o espaço permanece aberto para comentários.
Em março, Fabiana foi notícia ao ser acusada de racismo e transfobia na Alesp, após realizar blackface para criticar a deputada Erika Hilton (PSol). A defesa de Fabiana negou as acusações, afirmando que eram tentativas de silenciar um debate legítimo.
A deputada declarou que respeita a luta do povo negro e que em nenhum momento desrespeitou suas dores históricas. Ela afirmou que, apesar de não ser negra, reconhece e respeita essas questões.






