
Debate acalorado na Comissão de Segurança Pública entre Pastor Henrique Vieira e Delegado Éder Mauro (Foto: Instagram)
Os deputados Pastor Henrique Vieira (PSOL-RJ) e Delegado Éder Mauro (PL-PA) protagonizaram um acalorado debate durante uma sessão da Comissão de Segurança Pública e Combate ao Narcotráfico da Câmara dos Deputados, realizada na terça-feira (2/6).
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A discussão começou quando os parlamentares abordaram a classificação do Primeiro Comando da Capital (PCC) e do Comando Vermelho (CV) como organizações terroristas, após a visita do pré-candidato à Presidência Flávio Bolsonaro ao presidente dos Estados Unidos, Donald Trump.
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Durante sua fala, Pastor Henrique Vieira acusou a família Bolsonaro de manter relações próximas com o crime organizado no Rio de Janeiro. Ele mencionou homenagens de Flávio Bolsonaro a Adriano da Nóbrega e a nomeação de familiares deste para o gabinete do senador.
A declaração gerou uma reação do Delegado Éder Mauro, que criticou o deputado do PSOL e o acusou de defender práticas controversas, como a liberação de drogas e o aborto. Ele também afirmou que o colega não teria moral para criticar a família Bolsonaro.
O deputado do PL também rebateu as acusações sobre milícias e mencionou o caso Marielle Franco, afirmando que o governo do PSOL teria "bandidos de estimação" e que a morte de Marielle não estaria relacionada a Bolsonaro.
Pastor Henrique Vieira respondeu dizendo que o parlamentar do PL preferiu ofender em vez de rebater os argumentos. Ele defendeu que seu debate revelava as ligações históricas da família Bolsonaro com milícias no Rio de Janeiro.


