
Presidente Gustavo Petro durante evento oficial (Foto: Instagram)
A parlamentar Gloria Arizabaleta, que preside a Comissão de Investigação e Acusações do Congresso da Colômbia, emitiu uma ordem de suspensão temporária do mandato do presidente Gustavo Petro nesta quarta-feira (10/6). A medida cautelar é válida até o dia 21 de junho.
++ Sistema de IA mostra como pessoas estão criando conteúdo diário sem gravar vídeos
Gloria justifica a suspensão de Petro alegando seu suposto envolvimento em atividades políticas durante o período das eleições presidenciais na Colômbia.
++ Jovem mata o padrasto para defender a mãe e o inesperado acontece
A decisão foi tomada de forma monocrática, mesmo sendo a Comissão de Acusações um órgão colegiado. De acordo com o ministro do Interior colombiano, Armando Benedetti, a decisão não possui base legal na Colômbia.
“No direito, não existe que a Comissão de Acusações possa suspender o Presidente porque é uma comissão de instrução. Somente o Senado é quem pode fazê-lo depois de que a plenária da Câmara atue como um ente acusador, penal ou disciplinariamente. Depois a Comissão de Acusações não pode suspender o Presidente da República, e menos a vontade de uma só representante”, publicou o ministro no X.
O ex-presidente do Senado colombiano, Roy Barreras, também expressou nas redes sociais que a decisão não terá efeitos práticos.
“Como ex-presidente do Congresso em duas ocasiões, reitero ao povo colombiano que a Comissão de Acusações Legais NÃO tem autoridade para tomar uma decisão tão inconstitucional e, portanto, ela não terá efeito algum!”, disse Barreras.
Em atualização.



