
PF cumpre mandado de busca na mansão de Nelson Wilians em São Paulo (Foto: Instagram)
O advogado Nelson Wilians, que possui um dos maiores escritórios de advocacia do Brasil, o Nelson Wilians Advogados, voltou a ser alvo de uma operação da Polícia Federal (PF) nesta quinta-feira (13/8). Agentes da PF executaram um mandado de busca e apreensão em sua mansão localizada em São Paulo. Além de Wilians, a empresa paraibana Pixbet também está na mira da operação.
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Conhecido por compartilhar sua vida pessoal nas redes sociais, Wilians frequentemente posta fotos de viagens, carros de luxo, seu avião e a mansão em que reside.
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Esta não é a primeira vez que Nelson Wilians se vê envolvido em uma operação. Em julho deste ano, ele foi alvo de mandados de busca e apreensão em uma operação do Comitê Interinstitucional de Recuperação de Ativos (Cira/SP). O advogado também está sob investigação no caso da fraude do INSS, revelado pelo Metrópoles.
Em setembro de 2025, a casa e o escritório de Nelson Wilians foram alvos de buscas da PF durante a Operação Cambota, que é a segunda fase da Operação Sem Desconto. A investigação apura um esquema de descontos indevidos em aposentadorias e pensões do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS). Na mesma ocasião, Fernando dos Santos Andrade Cavalcanti, ex-sócio de Wilians, também foi alvo de busca.
A Operação Arena tem como foco investigar um grupo empresarial suspeito de usar estruturas societárias e financeiras no exterior para ocultar a origem e o destino de dinheiro obtido através de jogos de azar e apostas esportivas. No total, a PF cumpre 17 mandados de busca e apreensão nesta quinta-feira. As ordens foram expedidas pela 4ª Vara Federal da Paraíba e estão sendo cumpridas na Paraíba, São Paulo, Sergipe, Rio de Janeiro e Paraná.
A Justiça também autorizou a quebra dos sigilos bancário e telemático dos investigados, além do sequestro de bens e valores que podem chegar a R$ 1,1 bilhão.
De acordo com a PF, os investigados poderão responder, conforme o grau de envolvimento, por crimes como evasão de divisas, lavagem de dinheiro e outras infrações contra o Sistema Financeiro Nacional. A operação é realizada em colaboração com o Ministério Público Federal (MPF), a Receita Federal e a Secretaria de Prêmios e Apostas do Ministério da Fazenda.






