Lula condena mortes causadas por bala perdida e faz pedido: “Não pode sair atirando”

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O presidente Lula (PT) condenou o uso da expressão “bala perdida” após a morte de uma criança e um adolescente durante uma ação policial realizada no Morro do Dendê, localizado no Rio de Janeiro.

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Na ocasião, Lula disse que a bala que atingiu a cabeça de Eloá da Silva dos Santos, a criança que perdeu a vida com o tiro, “não se perdeu”. A criança brincava dentro de casa, no último sábado (12), quando recebeu o disparo.

O jovem Wendel Eduardo, de 17 anos, foi morto em uma abordagem policial quando ergueu as mãos. As informações foram repassadas pela família da vítima. Lula pediu para que haja policiais “mais bem preparados, instruídos e com bastante inteligência”.

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“Que bala perdida é essa? Alguém atirou para aquele lado, essa bala não se perdeu, foi atirada para atingir alguém e pegou uma criança. Onde vamos parar com esse comportamento de violência?”, disse o presidente.

“Não pode é sair atirando a esmo, sem saber para onde atira”, afirmou Lula. Na semana passada, o político afirmou que a polícia precisa estar preparada para “saber diferenciar o que é um bandido e o que é um pobre que anda na rua”. 

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