
Fernando Haddad e Marina Silva após a reunião da direção estadual do PSol-SP. (Foto: Instagram)
Na terça-feira (14/4), o PSol aprovou uma resolução que oficializa o apoio às candidaturas de Fernando Haddad (PT) para o governo de São Paulo e de Marina Silva (Rede) para o Senado Federal. A decisão foi tomada durante uma reunião da direção estadual do partido.
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O PSol se comprometeu a participar ativamente da campanha, contribuindo politicamente para fortalecer uma candidatura que possa derrotar a extrema-direita em São Paulo, enquanto também apresenta suas propostas e contribuições programáticas. Além de Marina Silva, a sigla pretende apoiar outra candidatura do campo progressista e buscará dialogar com aliados sobre a representação na coligação, incluindo a possibilidade de composição na suplência. O Diretório Estadual do PSol-SP se reunirá na primeira quinzena de maio para discutir diretrizes programáticas.
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DISPUTA AO SENADO
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), que busca reeleição, ainda não decidiu sobre o segundo nome para concorrer ao Senado por São Paulo na coligação. Até agora, o PT indicou apoio à ex-ministra do Planejamento Simone Tebet para uma das vagas na chapa.
Para integrar a coligação, Tebet deixou o MDB, que apoia a reeleição de Tarcísio de Freitas (Republicanos), e se filiou ao PSB. A decisão do PSol de apoiar Marina ao Senado cria um confronto com o PSB pela corrida ao Senado e por mais espaço na aliança em São Paulo.
No cenário da esquerda, o ex-ministro do Empreendedorismo Márcio França (PSB) se antecipou e já anunciou Rubens Furlan (PSB), ex-prefeito de Barueri, como suplente de sua pré-candidatura ao Senado. Marina Silva, por sua vez, decidiu permanecer na Rede para disputar o Senado por São Paulo, apesar do racha no partido, após ser cortejada por PSol, PSB e PT.


