
Fábio Porchat durante gravação na TV Globo (Foto: Instagram)
O humorista Fábio Porchat terá um ano agitado na TV Globo. Após lançar a oitava temporada do programa Que História é Essa, Porchat? em março, ele se prepara para apresentar a Central da Copa junto com Tadeu Schmidt a partir de 11 de junho. No entanto, Porchat não descarta a possibilidade de se afastar da televisão caso sinta que já deu tudo de si.
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Em entrevista ao jornal O Globo, o apresentador falou sobre seu futuro na emissora. Fábio Porchat destacou que está entusiasmado com os projetos na TV, mas reconhece que tudo tem um “limite”.
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Os novos episódios do Que História é Essa, Porchat? estrearam em março e continuam sendo um dos programas mais assistidos no Globoplay. Durante a conversa, o artista mencionou que ainda está empolgado com a atração, mas que ela pode chegar ao fim. “Todo ano penso se ainda está rolando”, revelou.
“Este ano entrei com dúvidas. ‘Será que ainda temos histórias para contar? Será que ainda querem ouvir? Será que estou me repetindo ou fazendo mal?’ Mas estou satisfeito. Tenho levado pessoas que nunca tinham ido. A oitava temporada está fluindo bem. Vejo isso pela facilidade de conseguir convidados”, explicou. Segundo ele, no entanto, é natural que a atração encontre seu “limite” em algum momento. “Por mim, teria outra temporada no ano que vem, mas não tenho apego a nada. Se, na minha cabeça, começou a ficar ruim, vou embora. Acho que tem chão. O programa continua em crescimento, mas todos têm um teto. Uma hora vai chegar”, contou.
Ele também comentou sobre uma recente polêmica: a aprovação, pela Comissão de Constituição e Justiça da Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro, de um projeto de lei para torná-lo persona non grata. Após o caso, o humorista ironizou a situação em um vídeo nas redes sociais.
“Se o Fábio Porchat emite uma opinião política, só chega à bolha. Quando faço um vídeo do Mauro César [personagem de esquetes do Porta dos Fundos] sacaneando o STF ou o Bolsonaro, ele voa, alcança muito mais gente. Posso ser muito mais político e efetivo com o Mauro César do que com o Fábio Porchat”, afirmou. O famoso disse que recebeu apoio nas redes. “O exemplo da Alerj é ótimo. Acredito que foi a melhor forma de me posicionar: brincando com isso. A reação ao vídeo foi muito boa. Uma moça no aeroporto disse: ‘Eles têm que perceber que isso é uma honraria para você.’ As pessoas ficaram do meu lado. Até quem não gosta de mim acha que os caras da Alerj têm mais o que fazer.”



