Chefona de golpes contra empresa de harmonização é capturada em Mato Grosso

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Viatura da Polícia Civil durante a Operação Simetria Fraudada em Várzea Grande (MT). (Foto: Instagram)

Na manhã desta quarta-feira (8/7), a Polícia Civil de Mato Grosso realizou a Operação Simetria Fraudada em Várzea Grande (MT), cumprindo um mandado de prisão preventiva contra uma mulher de 46 anos investigada por estelionato.

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Conforme informações da corporação, ela é considerada a mentora e intermediária de um esquema de fraudes contra uma empresa de produtos para harmonização orofacial localizada no Paraná.

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O caso foi descoberto após a prisão em flagrante de um casal, em 16 de junho, no bairro Construmat, em Várzea Grande, enquanto recebia mercadorias adquiridas de forma fraudulenta.

As investigações da Delegacia Especializada de Estelionato de Várzea Grande (DEE-VG) revelaram que os suspeitos compraram produtos em duas ocasiões utilizando documentos falsos e cartões de crédito clonados, gerando um prejuízo de cerca de R$ 38 mil à empresa.

Além do crime de estelionato, o casal foi acusado de tráfico de drogas e posse de munição de uso restrito, encontrados durante a operação policial na residência. A prisão em flagrante foi convertida em preventiva pela Justiça durante a audiência de custódia.

Durante as investigações, os policiais identificaram a suposta líder do esquema, mãe da mulher inicialmente presa. Segundo a Polícia Civil, ela organizava a entrega das mercadorias na casa da filha.

A suspeita foi detida nesta quarta-feira (8/7), no local de trabalho, em Várzea Grande.

As investigações também sugerem que o grupo tinha capacidade de redirecionar encomendas enviadas pelos Correios, indicando uma logística avançada para a realização dos golpes.

Devido à competência para investigar crimes de receptação e tráfico de drogas, o inquérito foi enviado à Delegacia Especializada de Repressão a Narcóticos (Denarc), que continuará as investigações desses crimes.

A investigação do crime de estelionato ficará a cargo da Polícia Civil do Paraná, estado onde a empresa vítima está localizada. As evidências coletadas pela DEE-VG serão compartilhadas tanto com a corporação paranaense quanto com a Denarc.

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