
Imagem de satélite mostra o tufão Bavi se aproximando da costa chinesa (Foto: Instagram)
Um segundo tufão em menos de uma semana atingiu a China neste sábado (11/7), resultando na evacuação de cerca de 2 milhões de pessoas. De acordo com a imprensa internacional, o tufão Bavi alcançou uma extensão de mil quilômetros, tocando o solo inicialmente na cidade costeira de Taizhou.
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O Bavi começou como um supertufão, atingindo Guam e as Ilhas Marianas do Norte na segunda-feira passada (6/7), com ventos de 290 km/h. Ao cruzar o Pacífico, perdeu intensidade, com ventos de 144 km/h, sendo reclassificado como tufão.
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Os ventos máximos do Bavi são equivalentes a um furacão de categoria 1 na escala Saffir-Simpson. A previsão é que ele atinja a costa próxima de Wenzhou, uma cidade com aproximadamente 10 milhões de habitantes, na manhã deste domingo (12/7).
A agência estatal chinesa Xinhua reportou que mais de 1,7 milhão de pessoas foram retiradas de Zhejiang, onde está localizada Wenzhou, e mais de 100 mil em cada uma das províncias vizinhas de Fujian e Pequim, além de aproximadamente 34 mil em Xangai.
Antes da chegada da tempestade, atividades como aulas, trabalho e transporte foram suspensas em Zhejiang. Mais de 400 voos e várias operações ferroviárias foram canceladas.
Felizmente, até agora, não há registro de mortes. Em Taiwan, um lockdown foi implementado, e o governo retirou mais de 14 mil pessoas, principalmente de áreas montanhosas. Os bombeiros relataram 87 feridos.
Nas Filipinas, 17 pessoas faleceram devido às chuvas intensas causadas pela monção de sudoeste, intensificada pelo Bavi.
PRIMEIRO TUFÃO
No início da semana, o tufão Maysak atingiu o sul da China, resultando em pelo menos 39 mortes, principalmente devido ao colapso da represa de Liulan, em Guangxi. O fenômeno também causou dois tornados na província central de Hubei.







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