
Secretário de Infraestrutura abandona sessão na ALMT por nervosismo (Foto: Instagram)
Convocado para esclarecer o andamento das obras do BRT entre a Avenida do CPA, em Cuiabá, e o Aeroporto Internacional Marechal Rondon, em Várzea Grande, o secretário de Estado de Infraestrutura e Logística de Mato Grosso (Sinfra), Marcelo de Oliveira, abandonou a sessão na Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT) nesta segunda-feira (13/7). Ele alegou estar "muito nervoso" e temer "infartar".
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"Vou pedir licença, porque sou muito nervoso e isso pode me infartar. Há muitas coisas que quero dizer, mas não vou. Peço licença em nome da minha equipe, pois isso pode me infartar", afirmou o secretário.
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Antes de sair da audiência, Marcelo de Oliveira mencionou que a primeira empresa contratada para o projeto, iniciado em janeiro de 2024, não cumpriu as obrigações contratuais. O governo de Mato Grosso rescindiu o contrato, aplicou sanções e reestruturou o modelo de execução das obras.
O secretário também culpou a gestão anterior de Várzea Grande por parte dos atrasos. Segundo ele, a administração municipal anterior criou obstáculos que comprometeram o cronograma do projeto.
Com a saída de Marcelo de Oliveira, o secretário-adjunto de Gestão e Planejamento Metropolitano, Isaac Nascimento Filho, assumiu a apresentação e respondeu aos questionamentos dos deputados estaduais. Isaac informou que o primeiro e mais extenso lote do projeto, ligando o Terminal do CPA ao Aeroporto Internacional Marechal Rondon, deve ser concluído até novembro deste ano.
O segundo lote, que inclui a construção das estações climatizadas, tem previsão de conclusão para dezembro. O terceiro lote, que abrange os terminais e pontos de parada entre Várzea Grande, a região do Porto e o CPA, está na fase de elaboração de projetos executivos e licenças.
Quanto ao corredor da Avenida Fernando Corrêa da Costa, o secretário-adjunto mencionou que a licitação ainda não foi lançada e não há recursos empenhados. As obras nesse trecho devem começar apenas no próximo ano, sob responsabilidade da próxima gestão estadual.







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