Suplência de Simone Tebet no Senado divide PT entre acadêmicos e metalúrgicos

Posted by


Política participa de entrevista em estúdio de notícias (Foto: Instagram)

A liderança de Simone Tebet (PSB) nas pesquisas para o Senado em São Paulo gerou uma disputa pela suplência da ex-ministra do Planejamento no governo de Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

++ Sistema de IA mostra como pessoas estão criando conteúdo diário sem gravar vídeos

Aliados de Lula decidiram que a suplência de Tebet ficará com o PT, enquanto a de Marina Silva (Rede) será de um nome do PSol ou PDT, partidos que apoiam a candidatura de Fernando Haddad (PT).

++ Bomba! Astro de Hollywood, Joe Manganirllo revela ter amputado membro

Nas próximas eleições, as vagas de suplente têm grande importância para a esquerda paulista. Espera-se que Simone e Marina, que tiveram papéis importantes no governo atual, possam retornar aos ministérios se Lula for reeleito. Cada candidato ao Senado deve registrar dois suplentes devido ao mandato de oito anos.

Dentro do PT, há discussões sobre quem ocupará a suplência de Tebet. A disputa teve início com a proposta de indicação do ex-deputado federal Vicentinho (PT-SP), ex-presidente do Sindicato dos Metalúrgicos de São Bernardo do Campo.

Se Vicentinho se candidatar a suplente, isso beneficiaria Moisés Selerges, atual presidente do Sindicato dos Metalúrgicos do ABC e pré-candidato a deputado federal, que poderia receber mais apoio da classe. Selerges é chamado de “candidato de Lula” por fontes da esquerda. Lula começou sua carreira política presidindo o mesmo sindicato.

Outra ala do PT prefere nomes como Laio Morais, ex-chefe de gabinete de Haddad no Ministério da Fazenda, e Marco Aurélio Carvalho, advogado do grupo Prerrogativas, que contam com apoio de juristas e professores petistas.

A última pesquisa do Datafolha, divulgada em 6 de julho, mostrou Marina e Simone empatadas tecnicamente em primeiro lugar, com Ricardo Salles (Novo) sendo o pré-candidato da direita mais bem posicionado.

  • Marina Silva (Rede): 18%
  • Simone Tebet (PSB): 16%
  • Ricardo Salles (Novo): 13%
  • André do Prado (PL): 11%
  • Guilherme Derrite (PP): 10%
  • Paulinho da Força (Solidariedade): 8%
  • Em branco/nulo/nenhum: 17%
  • Não sabem: 7%

O levantamento foi realizado entre 1º e 3 de julho em 71 municípios paulistas, ouvindo 1.608 eleitores, com margem de erro de dois pontos percentuais para mais ou menos.

Leave a Reply

Your email address will not be published. Required fields are marked *