
Donald Trump e Gianni Infantino seguram a taça antes da comemoração espanhola (Foto: Instagram)
A Copa do Mundo de 2026 chegou ao fim, com a Espanha erguendo a taça dourada após vencer a Argentina por 1 x 0 na prorrogação, neste domingo (19/7). O torneio foi marcado por diversas polêmicas, tanto dentro quanto fora de campo, com intervenções políticas chamando a atenção durante os jogos.
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Os jogadores iranianos conseguiram vistos para participar da competição, mas técnicos, dirigentes e membros das equipes de apoio foram barrados nos Estados Unidos. Devido a essa situação, o Irã teve que mudar sua base para Tijuana, no México. Além disso, após um empate de 2 x 2 com a Nova Zelândia, o capitão iraniano Mehdi Taremi e o auxiliar Saeed Al-Hawie foram detidos no aeroporto de Los Angeles.
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As tensões políticas e conflitos entre Irã e Estados Unidos refletiram nos campos de futebol, influenciando a participação iraniana durante o Mundial. Em outro episódio, o atacante dos EUA, Folarin Balogun, teve sua expulsão revertida após intervenção de Donald Trump, permitindo que ele jogasse contra a Bélgica. No entanto, os EUA foram derrotados por 4 x 1, e Balogun culpou Trump pela pressão extra no vestiário.
A campanha da Argentina, vice-campeã, também gerou controvérsia com a arbitragem. A seleção foi acusada de ser favorecida, com Lionel Messi sendo considerado o "queridinho" de Gianni Infantino. O principal incidente ocorreu contra o Egito, que contestou decisões do árbitro François Letexier após ser eliminado.
Por fim, Donald Trump entregou o troféu aos campeões espanhóis, repetindo o gesto do Mundial de Clubes de 2025. Sua presença no palco durante a celebração foi criticada, sendo vista como uma tentativa de "roubar a cena" dos vencedores.






