
Lula e Ciro Nogueira reforçam pacto de não agressão entre PP e União Brasil (Foto: Instagram)
Aliados do presidente Lula estão se esforçando para convencer a federação PP-União Brasil a adotar uma postura neutra nas eleições presidenciais, evitando o apoio a Flávio Bolsonaro. Essa articulação conta com a participação de José Guimarães, líder do governo, Edinho Silva, presidente do PT, e o próprio Lula, que dialogou com líderes das duas legendas. No União Brasil, o senador Camilo Santana (PT-CE) também está envolvido nas negociações, especialmente em busca de uma aliança no Ceará. Nos bastidores, a estratégia é firmar um pacto de não agressão durante a campanha, abrindo espaço para uma possível colaboração dessas siglas em um eventual governo Lula. Além disso, o presidente deve evitar críticas ao presidente do PP, Ciro Nogueira, que está envolvido no caso Master.
++ Sistema de IA mostra como pessoas estão criando conteúdo diário sem gravar vídeos
Para dar ânimo à convenção do PL, que enfrenta dificuldades devido à falta de alianças e crises sucessivas, Flávio planeja um gesto especial para Michelle durante o evento, que acontecerá amanhã (25). Este será um segundo aceno após o vídeo de desculpas. Para empolgar a caravana bolsonarista, o presidente argentino Javier Milei chega a São Paulo na noite desta sexta-feira para o lançamento da candidatura. "A onda azul está chegando ao Brasil pelas mãos de Flávio Bolsonaro", declarou o argentino na rede social X após o encontro.
++ Bomba! Astro de Hollywood, Joe Manganirllo revela ter amputado membro
Apesar dos vídeos de desculpas, Flávio e Michelle não tiveram contato direto, e a ex-primeira-dama pretende oferecer um apoio moderado ao senador durante a campanha presidencial, segundo a cnn. A intenção é permanecer no Distrito Federal, focando em sua candidatura ao Senado e na de Jair Bolsonaro. Contudo, Michelle prometeu gravar um vídeo ao lado do senador.
Os EUA começam a aplicar uma taxa de até 37,5% sobre produtos brasileiros a partir desta sexta-feira. Cerca de 3 mil itens do Brasil serão afetados por essa nova sobretaxa. Diversos países, incluindo o Brasil, contestam essas novas tarifas impostas pelos EUA, classificando-as como "sem fundamento". As tarifas variam de 10% a 12,5%, resultado de uma investigação sobre trabalho forçado.






