
Governadora Raquel Lyra busca definir chapa ao Senado em Pernambuco (Foto: Instagram)
A governadora de Pernambuco, Raquel Lyra (PSD), está em uma corrida contra o tempo para resolver, até o próximo dia 2, as negociações sobre quem serão os candidatos ao Senado em sua chapa para reeleição, antes de sua convenção.
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O maior obstáculo que Raquel enfrenta é a escolha do nome da Federação União-PP. A disputa está entre o deputado federal Eduardo da Fonte (PP) e o ex-prefeito de Petrolina Miguel Coelho (União Brasil).
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Eduardo da Fonte afirmou à coluna que conta com o apoio do presidente nacional do PP, senador Ciro Nogueira, para sua pré-candidatura. Por outro lado, Miguel Coelho insiste em disputar a vaga ao Senado.
Fontes próximas à governadora sugerem que Raquel prefere Miguel Coelho, acreditando que ele pode fortalecer a chapa no interior do estado. Para tentar resolver o impasse, foi cogitada a possibilidade de a Federação União-PP lançar uma candidatura própria ao Senado, sem fazer parte da coligação.
O impasse persiste dentro da própria federação. Embora o TSE permita que partidos coligados para governador lancem candidatos ao Senado separadamente, PP e União Brasil, por estarem em uma federação, devem agir como uma única legenda.
Aliados de Lyra indicam que a vice-governadora Priscila Krause (PSD) deve continuar na chapa, e o deputado federal Túlio Gadelha (PSD-PE) seria o nome do partido para uma das vagas ao Senado.
Apesar dos esforços de Raquel para resolver a situação antes da convenção, o embate entre Da Fonte e Coelho pode se estender até o dia 5 de agosto, data da convenção estadual da Federação União-PP.






