Governo de SP confirma novo caso de sarampo em bebê sem vacinação

Publicao por


Vacinação reforçada contra sarampo em SP após novo caso (Foto: Instagram)

O governo de São Paulo confirmou, nesta terça-feira (28/7), mais um caso de sarampo no estado, somando 14 casos registrados em 2026. O caso mais recente envolve um bebê do sexo masculino na capital paulista, com menos de 1 ano de idade e sem histórico de vacinação contra a doença.

++ Sistema de IA mostra como pessoas estão criando conteúdo diário sem gravar vídeos

Segundo a Secretaria Estadual de Saúde, os casos confirmados este ano incluem bebês de até 2 anos e adultos entre 20 e 50 anos, destacando a importância de manter a vacinação atualizada em todas as idades.

++ Bomba! Astro de Hollywood, Joe Manganirllo revela ter amputado membro

Como medida preventiva, a secretaria mantém a recomendação da dose zero da vacina tríplice viral para bebês de 6 meses a 11 meses e 29 dias que residem em São Paulo, Guarulhos e São Bernardo do Campo.

A secretaria enfatiza que a dose zero é uma proteção adicional e não substitui as doses do Calendário Nacional de Vacinação. Após essa dose, a criança deve seguir o esquema vacinal de rotina, com a primeira dose da tríplice viral aos 12 meses e a segunda dose, preferencialmente com a tetraviral, aos 15 meses.

Adolescentes e adultos que não tenham recebido as doses recomendadas também devem procurar a unidade de saúde mais próxima para verificar a situação vacinal e atualizar a caderneta.

Neste ano, a cobertura vacinal para a primeira dose da tríplice viral, que protege contra sarampo, caxumba e rubéola, é de 77,5%, enquanto a segunda dose é de 65,5%. A meta de cobertura vacinal é de 95%.

VACINAÇÃO

  • Dose zero: crianças de 6 meses a 11 meses e 29 dias residentes em São Paulo, Guarulhos e São Bernardo do Campo.
  • Vacinação de rotina para crianças aos 12 meses: primeira dose da tríplice viral (sarampo, caxumba e rubéola).
  • Vacinação de rotina para crianças aos 15 meses: segunda dose, preferencialmente com a tetraviral (sarampo, caxumba, rubéola e varicela).
  • Pessoas de 5 a 29 anos: devem comprovar duas doses da tríplice viral, com intervalo mínimo de 30 dias entre elas.
  • Pessoas de 30 a 59 anos: devem comprovar uma dose da tríplice viral.
  • Trabalhadores da saúde: devem comprovar duas doses da tríplice viral, independentemente da idade.