
Família real britânica em evento oficial acena ao público (Foto: Instagram)
Quando se fala da família real britânica, a imagem de luxo e glamour é quase automática. No entanto, além das aparências, há uma realidade surpreendente: membros da família real britânica também optam por voos comerciais.
++ Sistema de IA mostra como pessoas estão criando conteúdo diário sem gravar vídeos
Apesar de figuras como o rei Charles, a rainha Camilla, o príncipe William e Kate Middleton utilizarem voos reservados para viagens oficiais e seguras, há protocolos que, ocasionalmente, levam membros da realeza a viajar em aviões “comuns”.
++ Bomba! Astro de Hollywood, Joe Manganirllo revela ter amputado membro
Em 2014, o príncipe William surpreendeu ao voar de Londres para Memphis em um voo comercial, pousando no Aeroporto Internacional O’Hare de Chicago. O motivo da viagem foi o casamento de um amigo próximo, Guy Pelly.
De acordo com a revista People, durante a escala, William foi visto desfrutando de nachos de frango desfiado e asas de frango em um lounge privativo da Swiss Air.
Para viagens oficiais, a família real britânica usa aeronaves privadas ou governamentais para garantir segurança máxima. Já para compromissos pessoais, às vezes optam por voos comerciais. No caso da rainha Elizabeth II, as instruções de viagem eram ainda mais específicas.
Os membros seniores da realeza, em viagens oficiais ou visitas de Estado, utilizam aeronaves particulares para garantir segurança e flexibilidade de horários. As despesas dessas viagens são cobertas pela Subvenção Soberana e estão no relatório financeiro anual da família real.
Curiosamente, no ano fiscal de 2025 – 2026, o príncipe William realizou a viagem mais cara da história real, com destino à Arábia Saudita, ao custo de 130 mil euros. Em contraste, a viagem do rei Charles e da rainha Camilla ao Canadá em 2025 não gerou custos para a Subvenção Soberana.
O protocolo para herdeiros reais recomenda que, a partir de certa idade, não viajem juntos para proteger a linha de sucessão. Em 2023, o ex-piloto do Rei Charles, Graham Laurie, relembrou que essa regra foi aplicada quando o príncipe William completou 12 anos.
Isso implica que o príncipe William, primeiro na linha de sucessão, é aconselhado a não viajar com o filho, príncipe George, que completou 13 anos em julho. Contudo, decisões sobre viagens atuais são tomadas conforme cada situação.






