
Lula lidera numericamente, mas empates técnicos agitam disputa presidencial (Foto: Instagram)
Uma pesquisa realizada pelo BTG/Nexus, divulgada nesta segunda-feira (3/8), aponta que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) lidera numericamente a corrida presidencial no primeiro e segundo turnos das eleições, mas enfrenta empates técnicos com seus adversários.
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Este é o primeiro levantamento divulgado após as convenções partidárias que oficializaram as candidaturas dos principais nomes para as Eleições 2026.
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Nas simulações para o primeiro turno, Lula supera o senador Flávio Bolsonaro (PL) por 41% a 37%, indicando uma recuperação do filho do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). Esta é a menor diferença entre os dois desde abril, conforme a série histórica do instituto.
Lula perdeu um ponto percentual em relação à pesquisa anterior, de 27 de julho, enquanto Flávio ganhou 4 pontos. A diferença, que era de 9 pontos percentuais, agora é de 4, configurando empate técnico dentro da margem de erro de 2 pontos percentuais.
No segundo turno, Lula continua à frente, mas empata tecnicamente com Flávio, com 46% contra 45% (antes 47% a 43%), e com o ex-governador de Goiás Ronaldo Caiado (PSD), com 46% a 42% (antes 45% a 43%).
O presidente abre vantagem sobre o ex-governador de Minas Gerais, Romeu Zema (Novo), com 46% a 40% (anteriormente 46% a 42%). Contra Renan Santos, do Movimento Brasil Livre (MBL) e candidato pelo partido Missão, Lula mantém praticamente a mesma diferença da pesquisa anterior, com 47% a 37% (antes 47% a 39%).
A pesquisa também revela que Flávio Bolsonaro agora empata com Lula no índice de rejeição, ambos com 49%. O petista subiu 1 ponto percentual na rejeição, enquanto o adversário caiu o mesmo percentual.
Atualmente, os números de rejeição são:
- Luiz Inácio Lula da Silva — 49%
- Flávio Bolsonaro — 49%
- Ronaldo Caiado (PSD) — 29%
- Romeu Zema (Novo) — 31%
- Renan Santos (Missão) — 28%
A aprovação do governo de Lula ficou em 47%, e a desaprovação, em 48%, configurando um empate técnico. Entre os entrevistados, 37% avaliam o governo como "ótimo ou bom", 43% como "ruim ou péssimo", e 18% como "regular".
O levantamento ouviu 2.002 eleitores entre 31 de julho e 2 de agosto, com margem de erro de 2 pontos percentuais e intervalo de confiança de 95%. A pesquisa está registrada no TSE sob o número BR-02874/2026.






