Funcionário é demitido por vender canetas emagrecedoras em restaurante de São Paulo

Publicao por


Empregado é demitido por justa causa por comercializar ampolas emagrecedoras no restaurante (Foto: Instagram)

A Justiça em São Paulo confirmou a demissão por justa causa de um funcionário de restaurante, acusado de vender canetas emagrecedoras no local de trabalho. Conforme a decisão, o homem confessou ter recebido R$ 700 de uma colega pela venda de duas ampolas do produto. O caso também resultou na determinação de envio de informações à Polícia Federal e à Anvisa.

++ Sistema de IA mostra como pessoas estão criando conteúdo diário sem gravar vídeos

O funcionário declarou à Justiça que levou as ampolas ao trabalho apenas para entregar parte a uma colega e para uso pessoal, negando a intenção de comercializar ou lucrar com elas. Ele também afirmou que já havia recebido uma advertência verbal antes da demissão, considerando isso uma dupla punição.

++ Bomba! Astro de Hollywood, Joe Manganirllo revela ter amputado membro

Por outro lado, a empresa apresentou uma versão diferente. Durante uma investigação interna, foram encontradas quatro ampolas no armário do funcionário e duas na geladeira dos empregados. A empresa afirmou que o trabalhador admitiu a venda durante a sindicância, e que a conversa anterior não foi uma punição, mas sim um esclarecimento dos fatos.

O juiz Rodrigo Rocha Gomes de Loiola decidiu manter a justa causa após analisar os documentos e depoimentos. Ele considerou a admissão do funcionário sobre os R$ 700 recebidos e as versões conflitantes sobre o destino das outras ampolas.

Para o magistrado, trazer medicamentos de uso controlado para a empresa e armazená-los em áreas comuns poderia expor o local a riscos administrativos e sanitários. A decisão destacou que a gravidade da conduta justificava a demissão por justa causa, sem necessidade de punições graduais.

Além de manter a demissão, a Justiça negou o pedido de indenização por danos morais do trabalhador. O juiz também determinou que a Polícia Federal e a Anvisa investiguem a origem dos medicamentos e as circunstâncias de sua entrada e venda no país.