Flávio Bolsonaro nega ter solicitado mais engajamento de Tarcísio na campanha

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Flávio Bolsonaro em entrevista à imprensa após reunião na Fiesp (Foto: Instagram)

Flávio Bolsonaro, candidato à Presidência pelo PL-RJ, afirmou nesta segunda-feira (24/8) que não solicitou maior envolvimento do governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas, na campanha presidencial.

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Durante uma entrevista a jornalistas após reunião com diretores da Fiesp, Flávio destacou que está satisfeito com a participação de Tarcísio e outros aliados na campanha. “Eu me comunico com o governador Tarcísio a qualquer momento. Ele também me liga quando necessário. Não precisamos de um pacto para caminharmos juntos. Sempre estivemos juntos e assim continuaremos”, afirmou.

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Flávio destacou que, além de Tarcísio, também está satisfeito com o apoio do prefeito Ricardo Nunes e de outros membros da base política. Ele mencionou que a campanha mal começou e já está ganhando força, com uma vantagem significativa.

Anteriormente, havia rumores de que a campanha de Flávio teria procurado Tarcísio para sugerir um pacto sobre o fim da reeleição, aplicável ao seu possível mandato. Sobre o filme Dark Horse, biografia de Jair Bolsonaro, Flávio minimizou a questão, afirmando que o governo Lula é quem deve explicações.

Nesta segunda-feira, o ministro Flávio Dino autorizou a Polícia Federal a acessar dados relacionados à operação contra a produtora do filme. Flávio Bolsonaro também afirmou que Luiz Inácio Lula da Silva é seu único adversário relevante na disputa eleitoral.

Ele pediu aos eleitores dos outros candidatos, como Zema e Caiado, que considerem votar nele no primeiro turno, argumentando que ele é o único capaz de derrotar Lula. Em discurso na Fiesp, Flávio defendeu que os trabalhadores escolham sua jornada de trabalho e criticou Lula, dizendo que ele prejudica mais o Brasil do que a pandemia.

Durante a gestão de Jair Bolsonaro, o Brasil registrou mais de 700 mil mortes por Covid-19. Pesquisadores indicaram que muitas dessas mortes poderiam ter sido evitadas, apontando para o negacionismo e atraso na compra de vacinas como fatores agravantes.

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