
Ministro André Mendonça no STF observa disparidade no ritmo de dois grandes inquéritos (Foto: Instagram)
No programa do Noblat, a equipe do Metrópoles discutiu a clara diferença no ritmo e tratamento de duas investigações importantes sob a responsabilidade do ministro André Mendonça no Supremo Tribunal Federal: a investigação sobre o empresário Fábio Luís Lula da Silva, conhecido como Lulinha, e o inquérito do Banco Master que envolve o senador Flávio Bolsonaro.
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Enquanto a Procuradoria-Geral da República já sugeriu que o caso de Lulinha seja encaminhado para a primeira instância – devido à falta de foro privilegiado e ao fato de que nenhum negócio com o governo federal foi concluído –, o assunto continua gerando vazamentos diários de suspeitas da Polícia Federal na mídia, contrastando com a lentidão no andamento do escândalo financeiro de R$ 61 milhões do Banco Master.
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Para Ricardo Noblat, o fluxo constante de denúncias contra o filho do presidente reflete uma estratégia comum de desgaste em anos eleitorais, priorizando o volume de notícias negativas sobre a solidez jurídica das acusações.
Em contraste com a atitude de Flávio Bolsonaro – que declarou o caso Master como "página virada" e desistiu de prestar contas –, Lula afirmou em entrevista à Record que não interfere na PF e que qualquer pessoa, incluindo seu filho, deve responder perante a Justiça.







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