
PIB brasileiro desacelera e cresce 0,5% no 2º trimestre (Foto: Instagram)
O Produto Interno Bruto (PIB) do Brasil teve um crescimento de 0,5% no segundo trimestre deste ano, comparado ao trimestre anterior. Este indicador, que reflete a atividade econômica do país, mostra uma desaceleração nos últimos três meses. Os dados foram revelados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) nesta terça-feira (1º/9).
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A agropecuária foi o setor com maior crescimento no período, alcançando 2,8%. Já os setores de serviços e indústria tiveram aumentos de 0,2% e 0,1%, respectivamente.
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O Produto Interno Bruto é a soma de todos os bens e serviços finais produzidos por um país, estado ou cidade em um ano, e é divulgado trimestralmente pelo IBGE. Um aumento no PIB indica que a economia está crescendo em um ritmo saudável, enquanto uma queda sugere uma redução na produção econômica. O Banco Central (BC) projeta um crescimento de 2% para a economia do país este ano, enquanto o Ministério da Fazenda prevê 2,3%. O mercado financeiro espera um avanço de 1,92% em 2026. Em 2025, o crescimento foi de 2,3%, após um aumento de 3,4% em 2024.
O desempenho dos setores econômicos foi o seguinte:
- agropecuária: 2,8%;
- serviços: 0,2%; e
- indústria: 0,1%.
O resultado do segundo trimestre de 2026 representa uma desaceleração em comparação ao crescimento de 1,1% registrado no primeiro trimestre deste ano.
No primeiro trimestre, o PIB teve um aumento de 1,1% em comparação ao quarto trimestre do ano passado. A agropecuária liderou o crescimento com 2%, seguida pela indústria (1%) e serviços (0,5%).
Os dados do IBGE mostram que os dois maiores setores da economia desaceleraram entre os trimestres. O setor de serviços caiu de 0,5% para 0,2%, enquanto a indústria passou de 1% para 0,1%.
A agropecuária foi o único setor que cresceu, passando de 2% para 2,8%. No entanto, como é o menor dos três setores, o país não conseguiu manter o mesmo ritmo de crescimento do início do ano.
O IBGE também divulgou que o PIB em valores correntes no segundo trimestre chegou a R$ 3,425 trilhões. O valor adicionado das atividades foi de R$ 204,6 bilhões para a agropecuária, R$ 706,1 bilhões para a indústria e R$ 2,027 trilhões para os serviços. Os impostos sobre produtos líquidos de subsídios totalizaram R$ 487,9 bilhões.
PROJEÇÕES ANUAIS
O Ministério da Fazenda mantém a previsão de crescimento do PIB em 2,3% para 2026. O mercado financeiro é mais cauteloso, com o Boletim Focus de 31/8 indicando um avanço de 1,92%, menor que a projeção de 1,95% da semana anterior.
O Banco Central estima um crescimento de 2%. O Fundo Monetário Internacional (FMI) revisou sua previsão em 8 de julho, elevando a expectativa de crescimento do PIB brasileiro para 2,4%, acima dos 1,9% previstos em abril.
CONFIRA OS DESTAQUES DO PIB EM COMPARAÇÃO AO TRIMESTRE ANTERIOR:
Produção:
- agropecuária: 2,8%;
- serviços: 0,2%; e
- indústria: 0,1%.
PIB 2026
- 1º trimestre: 1,1%;
- 2º trimestre: 0,5%.
Em atualização.







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