
Sardinha no rosto? A nova trend ‘sardine skincare’ vira moda, mas dermatologistas soam o alerta (Foto: Instagram)
Muito conhecida no mundo da alimentação saudável, a sardinha também se tornou uma moda no skincare nas redes sociais. O chamado "sardine skincare" sugere usar os nutrientes do peixe para melhorar os cuidados com a pele. Apesar das promessas de firmeza e luminosidade, essa prática não é recomendada por especialistas.
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A dermatologista Luma Martins, em entrevista ao Metrópoles, afirma que não existem provas científicas de rejuvenescimento com o uso de sardinha crua na pele. O alimento pode conter microrganismos, elevando o risco de irritações e contaminações.
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“Se houver qualquer lesão na pele, como uma espinha manipulada ou um corte, o contato pode facilitar infecções. Também há risco de dermatite de contato ou reações alérgicas”, alerta a médica.
A especialista reforça que a sardinha é benéfica quando consumida na alimentação, fornecendo nutrientes como ômega 3, que podem melhorar a aparência da pele. “Há estudos que mostram efeitos positivos do ômega 3 em mediadores inflamatórios da pele e uma possível redução da resposta inflamatória à radiação ultravioleta. A sardinha é uma boa aliada no prato, não no rosto!”, explica.
Luma Martins também menciona que a busca por soluções simples e baratas leva ao uso de alimentos na pele, mas a eficácia real está em ativos dermatológicos como retinóides, vitamina C, niacinamida e ácido glicólico. “O essencial é escolher tratamentos de acordo com a necessidade de cada pele, em vez de seguir modas da internet”, conclui.







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