
Gianni Infantino, presidente da Fifa, durante evento futebolístico (Foto: Instagram)
Em meio a uma crise, a Fifa acusa a Uefa de realizar uma "campanha difamatória". Essa acusação foi feita no processo que analisa o plano de Gianni Infantino de vender os direitos econômicos da Copa do Mundo para investidores privados. A Uefa, por outro lado, pediu à justiça dos EUA a liberação de documentos da entidade máxima do futebol, sugerindo possíveis acusações criminais contra a Fifa. A informação é da BBC.
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No caso que envolve a Fifa Forward Enterprise (FFE), a Uefa acusou a Fifa de "má gestão" e de promover um "preço fora de mercado de forma fraudulenta por Infantino em benefício próprio". A Fifa respondeu solicitando que a justiça adie ou conteste o pedido da Uefa, conforme relatado pela BBC.
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A Fifa também afirmou que o argumento da Uefa "possui um defeito fundamental" e "deficiências jurídicas". Além disso, a entidade destacou que a FFE era apenas uma proposta que precisaria passar por um processo de aprovação para se concretizar. A Fifa criticou ainda a reação da Uefa, que emitiu uma nota oficial contra a FFE.
"Em vez de participar desse processo democrático, a UEFA divulgou um comunicado à imprensa — o início de uma campanha difamatória de várias semanas contra a Fifa e sua liderança", escreveu a entidade no documento apresentado ao tribunal, conforme divulgado pela BBC.
A Fifa argumentou ainda que a motivação da Uefa seria financeira, com o objetivo de "impedir que países menores tivessem poder financeiro para desafiar a elite europeia".
A Uefa também solicitou uma investigação contra o empresário Joshua Kushner, irmão do genro do presidente americano Donald Trump, que seria o principal investidor, por meio da empresa de investimentos Thrive Eternal.
Além da Uefa, a Confederação Asiática de Futebol (AFC) e a Confederação de Futebol da América do Norte, Central e Caribe (Concacaf) também se manifestaram contra a proposta de Gianni Infantino.







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