
Peritos do IGP e agentes da Polícia Civil inspecionam veículo utilizado na investigação em Esteio (RS). (Foto: Instagram)
O pai de santo Jocemar Antunes de Almeida e sua esposa, Belísia da Silva, enfrentarão júri popular em Esteio, no Rio Grande do Sul, pelo assassinato de Kauany Martins Kosmalski, de 18 anos, Miguel, de dois meses, e Ariel Silva, de 16 anos.
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O crime teria sido motivado por um teste de DNA que comprovou a paternidade de Jocemar em relação a Miguel. De acordo com o promotor de Justiça Rodrigo Mendonça, do Ministério Público do Rio Grande do Sul, o casal cometeu os assassinatos após Kauany ameaçar revelar o caso extraconjugal, temendo que isso prejudicasse sua reputação entre os seguidores.
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Ariel, amigo de Kauany, também foi morto para encobrir o caso. Acredita-se que ele sabia que Jocemar usava sua influência para enganar Kauany e manter relações sexuais com ela.
A investigação começou após a tia de Kauany relatar o desaparecimento dela e do bebê. A polícia chegou à casa de Jocemar, onde ele confessou os crimes durante o interrogatório.
Jocemar indicou onde os corpos estavam escondidos — num buraco à beira de um rio, cobertos por galhos e madeira. Ele contou com a ajuda de dois adolescentes para ocultar os corpos.
Após a revelação do crime, a casa do casal foi incendiada. Belísia se entregou à polícia, confessando ter auxiliado o marido a matar Kauany, esfaqueada junto com Ariel. O bebê de dois meses morreu devido a traumatismo craniano.







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