Sexólogas esclarecem dúvidas comuns e curiosas sobre sexo

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Quebrando tabus no Dia do Sexo (Foto: Instagram)

Para celebrar o Dia do Sexo no próximo domingo (6/9), a coluna Pouca Vergonha entrevistou duas sexólogas que responderam a questões frequentes sobre sexualidade e relacionamentos. Stephanie Seitz abordou tópicos como fantasias, sexualidade após os 50 anos e orgasmo, enquanto Camila Voluptas discutiu tabus, ciúmes e a importância do diálogo no swing.

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O Dia do Sexo, comemorado em 6 de setembro, nos lembra que a sexualidade deve ser explorada o ano todo, e não apenas em uma data específica. As experiências sexuais oferecem autoconhecimento e liberdade, mas devido ao tabu que cerca o tema, muitas dúvidas permanecem restritas aos consultórios de especialistas.

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A coluna Pouca Vergonha convidou sexólogas para esclarecer questões comuns, mas que ainda geram receio, impedindo o prazer e a melhora na vida a dois (ou na solteirice). Uma vida sexual ativa e saudável tem impacto direto no bem-estar, liberando hormônios que reduzem o estresse e melhoram o sono, segundo a OMS.

Stephanie Seitz compartilhou respostas a perguntas frequentes que recebe nas redes sociais, palestras ou conversas informais. Ela destaca que fantasias são normais e não significam falta de amor ou desejo pelo parceiro. Após os 50 anos, o sexo pode melhorar com mais autoconhecimento e liberdade. Quanto ao orgasmo, o mais importante é o diálogo sobre o prazer.

Camila Voluptas, especialista em swing, afirma que dúvidas comuns envolvem a troca de casais, ainda cercada de tabus. Ela ressalta que swing não deve ser forçado e que um relacionamento seguro e dialogado é essencial. Para mulheres que perderam o desejo, ela sugere um desafio de 30 dias para retomar a intimidade e a autoestima.

Voluptas também aborda o ciúme na troca de casais, destacando a importância da inclusão e do companheirismo. O ciúme deve ser discutido abertamente, e o meio liberal saudável não exige suprimir sentimentos para parecer evoluído.

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