
Ministro André Mendonça no STF sob pedido de quebra de sigilo (Foto: Instagram)
O deputado Lindbergh Farias (PT-RJ), vice-líder do governo Lula (PT) na Câmara dos Deputados, fez um pedido ao procurador-geral da República, Paulo Gonet, para quebrar os sigilos bancário e fiscal do Instituto Iter, que tem ligação com o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), André Mendonça.
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Na solicitação, Lindbergh Farias requer que a PGR examine dois contratos firmados pelo instituto. Um desses contratos foi estabelecido com a Fundação para o Desenvolvimento da Educação (FDE), da Secretaria da Educação do Estado de São Paulo, e o outro com a Prefeitura de São Paulo.
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O contrato com o governo estadual tem o valor de R$ 1.630.000, enquanto o da prefeitura é de R$ 380.000. Ambos foram realizados por meio de contratação direta.
Lindbergh Farias destaca na representação que não está acusando ninguém de crime. "Não se imputa conduta (delituosa) a magistrado."
Ele afirma que o que se apresenta é "um conjunto de circunstâncias objetivamente verificáveis, todas extraídas de fontes públicas, que configura hipótese investigativa séria".
Na representação, o deputado pede à PGR que solicite ao Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf) a elaboração de um Relatório de Inteligência Financeira (RIF) sobre o "Instituto Iter, seus sócios e dirigentes à época dos fatos e as pessoas jurídicas a eles vinculadas", abrangendo também o ministro André Mendonça.







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