
Policiais da Polícia Judicial do STF operam arma antidrone recém-adquirida para interceptar drone não autorizado nos arredores do tribunal. (Foto: Instagram)
A arma antidrone utilizada nesta terça-feira (15/9) para derrubar um drone não autorizado nos arredores do Supremo Tribunal Federal (STF) foi comprada pela Suprema Corte após os ataques de 8 de janeiro. A informação sobre a interceptação foi dada em primeira mão pelo colunista do Metrópoles, Matheus Leitão.
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De acordo com o STF, "o uso da arma antidrone faz parte do conjunto de medidas de segurança adotadas pelo Tribunal, que tem investido na modernização de equipamentos e protocolos para proteger as instalações, as autoridades, os servidores e o público que frequenta a Corte".
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O Supremo explicou ainda que, além da arma antidrone, outros recursos tecnológicos estão sendo utilizados para garantir a segurança no local. "Entre os recursos utilizados estão tecnologias de detecção e controle de drones, além de sistemas modernos de controle de acesso e identificação de objetos e materiais, com equipamentos que permitem inspeção de pessoas de forma mais ágil e sem a necessidade dos procedimentos convencionais adotados em pórticos tradicionais", explicou o STF.
O uso dos equipamentos é avaliado conforme a necessidade de cada situação e faz parte da estrutura de segurança permanente do STF.
Nesta terça-feira, o equipamento foi utilizado para garantir a segurança durante o julgamento da ação que analisa uma possível investigação contra o ministro Alexandre de Moraes por mensagens trocadas com Daniel Vorcaro. Um forte esquema de segurança foi montado pelas equipes da Segurança Pública do Distrito Federal e da Polícia Judicial do STF.
A sessão do julgamento foi suspensa sem definição sobre o assunto após pedido de vista do ministro Flávio Dino.







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