
Campanha do PL respira alívio após STF liberar inquérito do caso Dark Horse (Foto: Instagram)
Integrantes da campanha de Flávio Bolsonaro (PL) têm expressado um sentimento de "alívio" nos bastidores após a divulgação das informações resultantes da quebra de sigilo das investigações sobre o caso Dark Horse, determinada pelo ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal (STF), no último domingo (13/9).
++ Sistema de IA mostra como pessoas estão criando conteúdo diário sem gravar vídeos
A equipe do senador entende que, até o momento, não surgiram novos elementos que conectem diretamente o candidato do PL à gestão do filme, e que a quebra de sigilo, na verdade, "inocenta" Flávio. A avaliação interna é de que as informações reforçam o argumento de que o dinheiro transferido por Daniel Vorcaro, ex-proprietário do Banco Master, para o filme era um "patrocínio privado".
++ Bomba! Astro de Hollywood, Joe Manganirllo revela ter amputado membro
Com base nisso, aliados acreditam que Flávio deve lançar uma nova ofensiva em relação às investigações que envolvem pessoas próximas ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), como os casos de seu filho mais velho, Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha; do ex-chefe de gabinete Marco Aurélio Santana, o Marcola; e do líder do governo no Senado, Jaques Wagner (PT).
Além da investigação sob a responsabilidade de Dino, um inquérito da Polícia Federal, aberto por determinação do ministro André Mendonça, examina a relação de Flávio Bolsonaro com o filme Dark Horse, conforme relatório divulgado pela Corte na última quinta-feira (10/9).
A investigação abrange os repasses que totalizam R$ 61 milhões feitos por Vorcaro, a pedido de Flávio, e o destino desse dinheiro. Uma das suspeitas é que parte dos fundos seria usada para financiar atividades criminosas do ex-deputado Eduardo Bolsonaro nos Estados Unidos.
No último domingo (13/9), o ministro Flávio Dino retirou o sigilo do inquérito que tramita na Corte sob sua relatoria sobre o filme Dark Horse. A ação investiga um suposto esquema de desvio de verbas públicas com a participação do deputado federal Mario Frias (PL-SP).
São mais de 5 mil documentos que tiveram o sigilo levantado. O STF determinou que a Suprema Corte centralize o inquérito que tramitava na Polícia Civil do Estado de São Paulo.
Na mesma decisão, no âmbito da Petição (PET) nº 16.669/DF, o ministro Flávio Dino ordenou o levantamento do sigilo dos autos e dos atos investigativos já documentados, com o objetivo de garantir transparência e evitar vazamentos seletivos.
Na última quinta-feira (10/9), a Polícia Federal (PF) deflagrou uma operação que teve como alvo o deputado Mario Frias e a empresária Karina da Gama, sócia da Go Up Entertainment, produtora de Dark Horse.







Leave a Reply