
Colheitadeiras em lavoura de grãos no Brasil (Foto: Instagram)
A previsão para a safra de cereais, leguminosas e oleaginosas em 2026 é de 352,9 milhões de toneladas. Caso a estimativa do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), divulgada em 15 de setembro, se concretize, será um recorde histórico.
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A comparação entre as previsões de julho e agosto aponta uma leve redução de 81,4 mil toneladas. O ano de 2025 já havia sido recorde, com 346,1 milhões de toneladas.
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A projeção de agosto permanece estável em relação a julho, com uma diferença de 81,4 mil toneladas a menos. Mesmo assim, se confirmada, será um recorde. O aumento previsto para a safra de 2026 ocorre apesar do recorde de 2025, que foi de 346,1 milhões de toneladas.
O crescimento da produção em 2026 comparado a 2025 é principalmente devido a uma previsão de aumento de 5,3% na colheita de soja.
As variações entre as safras de 2025 e 2026 são:
- sorgo (em grão): +8,1%;
- algodão herbáceo (em caroço): -6,7%;
- arroz em casca: -11,2%;
- feijão: -6,6%;
- trigo: -18,9%;
- milho: 0,1%.
A pequena redução de 0,1% no milho é resultado de um aumento de 15,5% na primeira safra e uma queda de 3,4% na segunda safra.
A estimativa do IBGE para a produção de soja em 2026 é a maior da série histórica, somando 174,8 milhões de toneladas, um crescimento de 5,3% em relação ao ano anterior.
A agropecuária, que representa o terceiro maior peso no Produto Interno Bruto (PIB), cresceu 11,7% em 2025 comparado ao ano anterior. Os principais setores da economia são serviços e indústria.
O Banco Central projeta um crescimento de 1,7% para a agropecuária em seu Relatório de Política Monetária (RPM) para este ano.







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