
Ministro da Fazenda Dario Durigan defende reajuste do Bolsa Família (Foto: Instagram)
O ministro da Fazenda, Dario Durigan, declarou nesta quinta-feira (17/9) que o aumento no valor do Bolsa Família está em conformidade com as regras orçamentárias vigentes, negando que o governo esteja utilizando créditos extraordinários. Durigan comparou a situação com o governo Bolsonaro, que também fez anúncios próximos às eleições.
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A equipe econômica do governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) anunciou um reajuste de 15% nos benefícios do programa, um pouco antes do primeiro turno das eleições. O impacto orçamentário será de R$ 5,8 bilhões em 2026 e R$ 22 bilhões no ano seguinte. O benefício aumentará de R$ 600 para R$ 691 a partir de outubro, com pagamentos iniciando no dia 19 de outubro.
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FONTE DE RECURSOS
Em entrevista, o ministro do Planejamento e Orçamento, Bruno Moretti, esclareceu que não se trata de novos gastos, mas sim de um remanejamento de despesas. Moretti explicou que houve uma revisão no orçamento previsto para a previdência, criando espaço para o remanejamento de recursos para o Bolsa Família.
"Ficará evidente no próximo Relatório Bimestral de Avaliação de Receitas e Despesas Primárias que a redução na projeção da Previdência gera uma sobra de recursos, parte da qual será destinada ao reajuste do Bolsa Família", detalhou Moretti.
O combate às fraudes no programa também foi mencionado pelo ministro como um fator que possibilitou o reajuste.







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