
Flávio Bolsonaro com Donald Trump no Salão Oval da Casa Branca (foto de arquivo) (Foto: Instagram)
O candidato à Presidência, Flávio Bolsonaro (PL), fez críticas ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e declarou que, caso seja eleito, integrará o Brasil ao Escudo das Américas, uma coalizão de países americanos liderada pelos Estados Unidos para combater facções criminosas brasileiras como o PCC e o CV.
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A declaração foi dada nesta quarta-feira (23/9), durante uma transmissão ao vivo no canal do senador no YouTube.
“O Brasil está de fora porque temos um presidente que passa a mão na cabeça de bandido, que acha que está tudo bem. A partir do ano que vem, o Brasil fará parte do Escudo das Américas, porque eu vou unir o Brasil a esses países para combater todos os narcoterroristas”, afirmou.
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O Escudo das Américas é uma aliança criada pelos EUA com o objetivo de ampliar a cooperação entre países do continente contra o tráfico de drogas e o crime organizado. O projeto prevê a troca de informações de inteligência, ações coordenadas e medidas financeiras contra grupos criminosos, como o congelamento de bens.
Atualmente, o Brasil não faz parte do grupo e, segundo Flávio, essa ausência é uma escolha política de Lula.
A declaração de Flávio ocorre um dia após 14 países da América Latina e do Caribe aderirem à iniciativa. Além das duas facções brasileiras, 22 grupos criminosos foram incluídos na lista. Assinaram a declaração Argentina, Bolívia, Chile, Colômbia, Costa Rica, República Dominicana, Equador, El Salvador, Guiana, Honduras, Panamá, Peru e Trinidad e Tobago. Na prática, a medida prevê ações conjuntas contra organizações consideradas ameaças à segurança do continente, de acordo com a legislação de cada país. Em maio, os EUA já haviam classificado PCC e CV como organizações terroristas.
Além disso, Flávio comentou sobre a participação de Lula na Assembleia Geral da ONU, classificando o discurso como um “vexame”.
“O que foi essa participação do Lula na ONU? Que vexame para o nosso Brasil. Que saudades do Bolsonaro, quando se podia falar das conquistas do Brasil e de como enfrentou as dificuldades. Hoje, o Lula é um festival de mentiras, de falsas promessas, vendendo um Brasil que só existe na cabeça dele”, disse.
O petista discursou nessa terça-feira (22/9) na abertura da 81ª Assembleia Geral, em Nova York, nos EUA. Como de costume, o Brasil foi o primeiro país a se pronunciar.







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