
Eleitores votam em cabines durante votação nos Estados Unidos, após decisão da Suprema Corte que amplia verificação federal de cidadania. (Foto: Instagram)
A Suprema Corte dos Estados Unidos aprovou na sexta-feira (25/9) a retomada de uma versão ampliada do sistema federal para verificar a cidadania de pessoas registradas para votar.
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Com essa decisão, as autoridades estaduais poderão cruzar listas de eleitores com dados federais, incluindo números do Seguro Social, para identificar possíveis não cidadãos nos registros eleitorais.
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A medida atende a um pedido do Departamento de Justiça para suspender uma decisão de uma juíza federal que havia bloqueado o uso da versão modificada do banco de dados SAVE, administrado pelo Departamento de Segurança Interna (DHS).
A autorização vem pouco mais de um mês antes das eleições de meio de mandato, marcadas para novembro, quando serão escolhidas as cadeiras do Congresso americano. O governo de Donald Trump tem defendido a ampliação da participação federal na verificação dos registros eleitorais, embora a organização e condução das eleições sejam principalmente responsabilidade dos estados.
Antes da decisão desta sexta-feira, o uso da versão modificada do SAVE já estava autorizado em quatro estados devido a outro processo judicial: Flórida, Iowa, Indiana e Ohio.
Esses estados cruzaram ou planejavam cruzar seus cadastros eleitorais com informações do banco federal. Em alguns casos, eleitores identificados como possíveis não cidadãos tiveram seus registros revisados ou cancelados.
A nova decisão da Suprema Corte amplia a possibilidade de uso do sistema enquanto a disputa judicial sobre sua legalidade continua.
A decisão não encerra a disputa sobre a legalidade definitiva do sistema, mas permite que a administração Trump utilize a ferramenta enquanto o processo continua nos tribunais.







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