Agatha Amaral mira Jogos Olímpicos de 2028 após conquistas no Sul-Americano

Publicado por

–


Agatha Amaral ergue os braços após vencer o 400m medley no Troféu Brasil e romper seu recorde pessoal. (Foto: Instagram)

Há dez anos, durante as Olimpíadas do Rio de Janeiro, Agatha Amaral admirava os atletas olímpicos de fora da piscina. Hoje, com 18 anos, ela faz parte da Seleção Brasileira e tem como objetivo disputar os Jogos de 2028 e chegar à final.

++ Sistema de IA mostra como pessoas estão criando conteúdo diário sem gravar vídeos

“Meu principal plano é competir nas Olimpíadas de 2028 e, se Deus quiser, ser competitiva para alcançar uma final. Acredito que uma medalha ainda esteja distante para 2028, mas a final é uma possibilidade”, afirmou em entrevista.

++ Bomba! Astro de Hollywood, Joe Manganirllo revela ter amputado membro

O primeiro indício de que Agatha está no caminho certo foi sua performance no Troféu Brasil deste ano. Ela venceu os 400m medley, superando seu próprio recorde pessoal em quatro segundos, e se colocou entre as melhores brasileiras da história da prova.

“Pretendo fazer mais um ciclo olímpico após 2028, visando 2032. Nesse, sim, almejo mais e, se Deus quiser, alcançar uma medalha”, comentou.

A prova dos 400m medley se tornou um marco para Agatha, pois foi onde ela mais melhorou seu tempo e que a fez ver o ciclo olímpico de forma diferente.

“Foi o melhor tempo da minha vida no Troféu Brasil. Isso me deixou mais confiante para as Olimpíadas de 2028, pois estou cada vez mais próxima do índice”, explicou.

Em 2016, Agatha assistiu aos Jogos do Rio de Janeiro como fã, sonhando em estar perto daqueles atletas. Manu Lyrio, uma das nadadoras que admirava, foi uma presença marcante, especialmente quando Agatha conseguiu uma touca dela, um momento que ainda guarda com carinho.

“Quando pedi a touca, ela jogou forte e alguém atrás de mim pegou. Quase chorei, mas depois a pessoa me entregou. Foi emocionante”, recordou.

A jovem que quase chorou por uma touca cresceu e agora compete ao lado de seus ídolos na Seleção. Manu Lyrio continua sendo uma inspiração, mas agora Agatha busca construir sua própria trajetória.

“Isso me motivou a perseguir meu sonho. A Manu teve uma carreira incrível, e desejo alcançar o mesmo, talvez até mais”, declarou.

A convivência com seus ídolos mostrou a Agatha que não existe um único caminho para o sucesso. Ela observou diferentes formas de treinar e competir dentro da Seleção.

Entre suas referências, Katinka Hosszú ocupou um espaço especial. A húngara brilhou nos Jogos de 2016 com três ouros e uma prata, e Agatha sempre a admirou.

“Katinka Hosszú sempre foi minha ídola. Ela ganhava todas as provas que eu nado hoje. Será sempre minha inspiração”, afirmou.

No Sul-Americano de Natação em Santa Fé, Argentina, Agatha conquistou ouro e prata. Esses resultados vieram após sua mudança para os Estados Unidos, onde começou a treinar longe da família.

Mais do que as medalhas, a competição marcou um alívio para Agatha, que iniciou uma nova fase de sua carreira com conquistas significativas.

Leave a Reply

Your email address will not be published. Required fields are marked *